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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Olha o Robot!


No filme da Disney, Wall-E chega à terra que foi devastada por contaminação ambiental e abandonada por humanos, para limpar o lixo que ficou no planeta (Disney).
Agora esta cena tornou-se realidade. Pequenos robots tipo Wall-E invadiram algumas cidades italianas para livrá-las do lixo.
Clica na imagem para aumentar.

Investigadores da Universidade de Sant'Anna, Itália, desenvolveram o Dustbot, um robot que recolhe lixo urbano a qualquer hora. Basta ligar ou enviar uma mensagem de texto para um centro de operações, e o robot é enviado para a morada do cliente na hora desejada.

O robot vem equipado com um sistema de navegação GPS e sensores para se orientar no caminho e não chocar com as pessoas e também para que não seja vandalizado.
"Nas ruas estreitas, o camião normal de lixo não consegue passar, então tivemos a ideia de criar um veículo menor e que fosse amigável com as pessoas," referiu Barbara Mazzolai, criadora do robot, da Universidade de Sant'Anna.

Este é somente um protótipo. Mas os criadores dizem que já há interesse de autoridades locais e governos de vários países.
Os robôs, “DustBot" não retiram apenas o lixo das ruas, também conseguem diferenciar o lixo orgânico do plástico e fornecer informações sobre a poluição ambiental.
Vê o Robot na sua tarefa, no video:








segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Um Choque Espacial

Dois satélites de comunicação colidiram pela primeira vez em órbita, lançando grandes nuvens de detritos para o espaço, anunciou a NASA no dia 12 de Fevereiro.

Satélite Iridium-33

“Às 19h56 de 10 de Fevereiro, a uma altura de 800 quilómetros, chocaram o satélite norte-americano Iridium-32 e o satélite militar russo Cosmos-2251. Este último foi lançado em 1993 do cosmódromo de Plesetsk. Deixou de funcionar a partir de 1995. O satélite norte-americano estava em funcionamento”.




Este foi o primeiro embate de dois aparelhos intactos no espaço. Segundo o porta-voz da NASA, Kelly Humphries, a verdadeira dimensão do acidente, que ocorreu terça-feira a 805 quilómetros da Sibéria, só será conhecida na próxima semana. “Os meios de controlo das Tropas Espaciais seguem os destroços dos satélites russo e norte-americano, formados após o choque entre eles a uma altura de 800 quilómetros”, declarou aos jornalistas Alexandre Iakuchin, vice-comandante das Tropas Espaciais russas. Iakuchin acrescentou que “presentemente, os meios de controlo do Espaço acompanham todos os destroços numa altura entre 500 e 1.300 quilómetros”.

As Tropas Espaciais do Ministério da Defesa da Rússia confirmaram e reafirmaram que os destroços não constituem uma ameaça directa para a Estação Espacial Internacional. Os especialistas da NASA sublinharam que a possibilidade de os destroços chocarem com a estação espacial internacional é baixa, uma vez que a colisão entre os dois satélites ocorreu 435 quilómetros acima da órbita da estação. "Sabíamos que isto poderia acontecer eventualmente", disse Mark Matney, um cientista do Centro Espacial Johnson, na cidade norte-americana de Huston, considerando que "este tipo de colisões começará a ter mais e mais importância nas próximas décadas". O incidente envolveu um satélite comercial Iridium, que foi lançado em 1997, e um satélite russo lançado em 1993, que não estaria operacional, ambos com 40 quilos. Os especialistas explicaram ainda que já existiram outros casos de colisão no espaço mas apenas de pequenas partes de satélites.
A quantidade de satélites colocada no espaço é muito grande, assim é inevitável que com tantos objectos no espaço os choques aconteçam. É a chamada falta de espaço no espaço, até parece ironia, mas é a mais triste realidade. Perante estes acidentes, por mais que os centistas digam que é seguro, eu tenho as minhas dúvidas. Será que nós teremos que esperar que algo pior aconteça, para que providências venham ser tomadas?!
Notícia retirada de CienciaHoje.PT
Link desta notícia: NASA

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

PENSA NISTO...

Vale a pena ler o artigo seguinte e tomar consciência de como os nossos comportamentos que parecem inofensíveis podem causar tanto sofrimento aos seres vivos e ser fonte de poluição na Natureza.


O que sobe também desce...
Élio Vicente, biólogo marinho



"São raras as pessoas que não gostam deles... São objectos mágicos que desafiando as leis da física e a imaginação das crianças, geram sorrisos e alegram qualquer espaço... Há-os de todos os tamanhos e feitios, ora cheios de hélio ou de vulgar ar. E o próprio nome é engraçado...

Chamamos-lhe balões!

Hoje em dia, os balões são omnipresentes no nosso dia-a-dia: competem com as TV, os telemóveis e, claro, os chocolates! Por isso mesmo, é raro o dia em que não vemos um - seja numa inauguração, num restaurante de "fast-food", num jardim infantil, numa feira de rua ou num "simples" aniversário.

Mas infelizmente, muitos fãs daqueles pequenos flutuantes mundos começam a ganhar-lhes um pequeno ódio... E por um motivo que escapa à maior parte dos seus admiradores.

Esse "pequeno ódio" emerge, precisamente, da popularidade de um objecto que, até recentemente, não passava de um inocente brinquedo de criança. É que essa popularidade começa a ter, anualmente, consequências sérias no bem-estar de dezenas de milhar de animais e uma fonte extra (e frívola) de poluição.

Resumidamente: a alegria de crianças e adultos começa a ser fonte de sofrimento (e, frequentemente, a morte) de aves, peixes, tartarugas, golfinhos, focas e muitos outros seres vivos que ingerirem ou ficam presos um balão usado.

Para piorar o cenário, Portugal começou recentemente a sistematizar as "largadas" de balões cheios de Hélio. No dia 1º de Junho, por exemplo, tentou-se bater, em Coimbra, o recorde Ibérico de lançamento de balões. Segundo a organização, terão sido lançados 200'000 balões numa só tarde. Duzentos mil... Mas não são apenas os fúteis recordes - hoje dia, é raro não os encontrar em festas de aniversários e empresariais, casamentos, arraiais populares... Até as escolas incentivam as crianças a lançar "mensagens de esperança" (humanitárias, culturais ou, ironicamente, ambientais), sem terem verdadeira consciência das implicações de tais largadas.

Mas, afinal, qual é o problema?

Simples: o que sobe, invariavelmente, desce! E depois de uma muito rápida euforia (de dois, cinco, dez minutos, no máximo?), poucos se lembrarão dos 10, 250, 5'000 ou 200'000 balões que foram largados. No entanto, eles não desaparecem por artes mágicas - a Natureza terá que lidar com eles; não apenas por minutos mas, por vezes, durante meses ou anos.

Quais as desconhecidas (mas reais) consequências?

Simples: mais tarde ou mais cedo (resultado da pressão atmosférica, normalmente) os balões rebentam e caem! Caem sobre árvores, rios, lagos e lagoas! Caem e invadem pastos, ninhos e zonas de reprodução. Caem e tornam-se lixo - e lixo não biodegradável...

E são, todos os anos, centenas, milhares ou dezenas de milhar! E tudo para uns efémeros e banais momentos de "beleza visual"...

Valerá a pena prejudicar (directa ou indirectamente, induzindo desconforto, doença ou mesmo a morte) milhares de animais por umas fugazes acções sociais que apenas celebram o egoísmo humano? A resposta parece-nos simples: não!

Mas a solução é simples: basta evitar o Hélio! Sim, esse, o gás... Afinal de contas, o problema principal não é o balão, mas sim o facto deste subir sem destino.

Em suma: brinquem com balões - mas não os deixem subir. Encantem as crianças - mas não lhes ensinem a poluir. Alegrem uma festa - mas não poluam o ambiente envolvente. Brinquem com balões - mas não os transformem em instrumentos do mal."

Publicado em 20-08-08 por Departamento Educacional do Zoomarine

sábado, 26 de abril de 2008

«De longe é arte, de perto é lixo»








Imagens dos trabalhos de Chris Jordan expostos a partir de 15 de Abril em Lisboa no Pavilhão do Conhecimento

Para ver mais: http://www.chrisjordan.com/

Exposição «Running the Numbers» ilustra o impacto do consumo na poluição do Planeta
do fotógrafo Chris Jordan.

De longe é arte, de perto é lixo, resume o fotógrafo Chris Jordan. Na exposição "Running the Numbers", inaugurada a 15 de Abril no Pavilhão do Conhecimento e patente até 30 de Abril, em Lisboa, 426 mil telemóveis fora de uso, 1,14 milhões de sacos de papel, 200 mil maços de cigarros, dois milhões de garrafas de plástico por reciclar e outros tantos desperdícios são matéria-prima de uma colecção de imagens que promete ajudar a perceber o que tentam dizer as estatísticas sobre a poluição do planeta.

No âmbito da celebração internacional do Dia da Terra, que se assinala no dia 22 de Abril, o National Geographic Channel e a Agência Ciência Viva trouxeram a Portugal o fotógrafo norte-americano autor de uma série de montagens fotográficas em que se abordam os números do consumismo norte-americano.

O exemplo é crasso. Quando estava a mostrar a tela com dois milhões de garrafas de plástico vazias, que equivale à quantidade utilizada nos EUA a cada 5 minutos, a um amigo num museu de Nova Iorque, o amigo terminou de beber a garrafa de água que tinha na mão e foi pô-la no lixo, conta Chris Jordan. Depois, voltou com uma certa culpa e disse, "Também é só uma, que diferença faz?", lembrou o fotógrafo norte-americano, para dizer que o episódio retrata exactamente o contrário daquilo que é suposto as pessoas pensarem quando olham para cada uma das peças da exposição. Neste caso, sublinhou, "dois milhões de garrafas são dois milhões de vezes uma garrafa, por isso o comportamento de cada um faz a diferença".

A exposição "Running de Numbers" partiu da leitura de livros e artigos nos jornais onde as estatísticas eram apresentadas com uma linguagem fria e crua. Sempre que há um número que o choca ou que o toca, pega nele e tenta arranjar uma forma mais sedutora e, no fundo, capaz de criar mais impacto junto do público.

Durante muitos anos todos os temas ligados ao planeta, ao ambiente e à cultura cívica eram-lhe completamente indiferentes, explicou esta manhã aos jornalistas. Daí perceber o que é estar do lado de quem não se interessa e a quem números como 106 mil latas de alumínio, o equivalente às latas utilizadas nos Estados Unidos a cada 30 segundos, ou 65 mil cigarros, o equivalente à quantidade de adolescentes americanos menores de 18 anos que se tornam viciados em tabaco por mês, não dizem nada.

"Estes números gigantes são difíceis de sentir. A enormidade da informação estatística ultrapassa-nos. Os números tendem a entrar por um ouvido e a sair por outro, sem nos tocarem a um nível emocional", frisou Chris Jordan. "Penso que o que se passa na América e noutras culturas é uma espécie de anestesia, que não tem nada a ver com sermos ou não pessoas com sentimentos mas com o facto de a informação não estar a ser bem transmitida", disse.

Quando acordou para esta realidade, pôs de lado uma carreira como advogado e enveredou pela via do activismo cultural. O seu trabalho como fotógrafo tem merecido a atenção internacional, tendo já sido exibido em mais de cinquenta exposições nos Estados Unidos, Europa, Ásia e América do Sul. "Running de Numbers" é a primeira experiência enquanto exposição individual e começou a tournée no Allen Memorial Art Museum, nos Estados Unidos. Em parceria com o National Geographic Channel viajou pela Ásia, na Tailândia, veio agora a Portugal e vai estar em Itálica, Caracas e Venezuela.

É uma colecção em que aborda sobretudo temas negativos do consumo norte-americano mas é uma série em construção, que pretende terminar com uma peça que vai demorar um ano a ficar concluída, em Abril de 2009. Sem querer adiantar muito, disse o fotógrafo, essa última tela terá um sentido diferente.

"Dedico-me a retratar comportamentos inconscientes. Todos contribuímos para este desperdício de forma inconsciente. O problema é que, ao fazê-lo colectivamente de forma inconsciente criamos um resultado catastrófico, que ninguém quer assumir", salientou Chris Jordan. "O grande desafio dos dias de hoje é como é que mantemos a qualidade de vida a que nos habituámos ao mesmo tempo que nos preocupamos com o planeta, mesmo quando a infra-estrutura do nosso mundo nos obriga a consumir", frisou.

As imagens, faz questão de dizer, não são fotografias no sentido tradicional mas não deixam de ser fotografias. Cada uma teve por base produtos específicos reais, a uma escala mais pequena. Na peça dos 426 mil telemóveis, que representam os telemóveis retirados de circulação diariamente nos Estados Unidos, o fotógrafo foi a uma empresa de reciclagem e pediu para fotografar uma superfície com um metro de quadrado de telemóveis inutilizados. A cada fotografia remexia os aparelhos para conferir o ar aleatório e preparar a montagem final, uma imagem confusa onde os vestígios da tecnologia se vão sobrepondo, "porque ninguém mete o telemóvel ou o ipod a reciclar quando arranja um novo", lembrou.

Há depois duas peças que estão entre as preferidas do autor. Numa baseou-se na obra "Skull of a Skeleton with Burning Cigarette" de Picasso e reconstruiu-a com 200 mil maços de cigarros, o número de americanos que morrem com doenças relacionadas com o fumo de tabaco a cada seis meses. Digitalizou 60 maços de marcas de diferentes, tratou as imagens com diferentes luminosidades para poder dar forma ao esqueleto de Picasso. Noutra aproveitou uma tela do pintor Seurat, em que está retrata uma tarde de lazer no parque, e preencheu-a com 106 mil latas de alumínio, as latas utilizadas nos EUA a cada 30 segundos, que significam também o que mudou nas tardes de lazer hoje em dia.

O trabalho de montagem, explica, é muitas vezes moroso e até aborrecido mas o resultado são "imagens sedutoras que reflectem as tragédias invisíveis que estão a acontecer no nosso planeta". E frisou: "A minha esperança é que, desta forma, consiga tornar as estatísticas, que são uma linguagem crua e fria, em coisas que as pessoas conseguem de facto ver, em que conseguimos perceber o que gastamos".

Ou pelo menos parte do que se consome, por que cada tela diz apenas respeito a uma amostra do consumo de um determinado produto. Como no caso do papel de escritório, explica Chris Jordan para o qual faz uma tela em que representa 30 mil resmas ou 15 milhões de folhas de papel, o equivalente à quantidade gasta nos Estados Unidos a cada 5 minutos. "Além do papel de escritório há todo o restante papel, os livros, as revistas e depois, o que mostro, é o consumo de cinco minutos, gostava que fosse possível ilustrar o consumo de um ano".

Perante estes números, que são os da realidade norte-americana mas que, segundo o fotógrafo, poderão ser espelhados ou motivar reflexões semelhantes noutras culturas, a solução passa por "começar a pensar criativamente" no impacto que tem o consumo individual sobre o colectivo.

"Acho que cada um de nós tem parte da solução no seu próprio comportamento. Se ninguém se importar o resultado são as imagens destes quadros. Quero passar a ideia de aquilo que cada pessoa faz, conta, pode fazer a diferença", frisou Chris Jordan.

Integrada na campanha de comunicação do National Geographic Channel "O que você faz, conta!", a exposição "Running the Numbers" faz parte de um conjunto de iniciativas que visam alertar para uma mudança radical de comportamentos que conduzam a uma vida saudável no planeta terra.

Adaptado de artigo de Marta F. Reis publicado em 15-04-2008
Site: www.cienciahoje.pt/

Cotonetes, escovas de dentes e outras coisinhas mais







O plástico é uma coisa recente… tão recente que o primeiro composto de plástico foi desenvolvido apenas no início do século XX.

Este material, relativamente novo quando comparado a outros como o vidro e o papel, passou a estar presente, por vezes de forma incontornável, em grande parte dos nossos utensílios e consumíveis domésticos. Bastará pensar na quantidade de produtos de plástico ou com invólucros de plástico que diariamente adquirimos em qualquer supermercado.

Se olharmos com um pouco de atenção para a constituição do plástico, notamos que este nada mais é do que uma produção sintética, de concepção integralmente humana. A sua composição corresponde a produtos derivados de refinarias de petróleo (hidrocarbonetos) e a outros elementos (frequentemente compostos clorados). São fabricados pelo processo de polimerização, no qual pequenas moléculas se combinam quimicamente e produzem outras maiores, através de um conjunto de reacções conjuntas (mediante o emprego de calor e/ou pressão), formando um material sólido estável.

De uma forma geral, são dois os tipos de plásticos que encontramos nas prateleiras de qualquer supermercado: os termorrígidos, que uma vez expostos aos processos de aquecimento e aumento de pressão não podem mais ser fundidos (portanto, não são passíveis de serem transformados pelo processo de reciclagem); e os termoplásticos, que podem ser repetidamente amolecidos e moldados através dos anteriores processos.

Os plásticos apresentam, na sua generalidade, uma característica importante e particular: são extremamente duráveis. Tão duráveis que não apodrecem nem se degradam com a facilidade de outros compostos naturais como os de madeira. Como resultado, enormes quantidades de produtos compostos de plástico são descartados e acumulam-se no ambiente sob a forma de lixo.
Até para aqueles organismos invisíveis ao nosso olhar (bactérias e outros microorganismos responsáveis pela biodegradação), o plástico não é banquete fácil, seja em condições naturais ou mesmo quando são adicionadas misturas de celulose para facilitar a digestão microbiana.

Um outro importante factor a ter em consideração é a dificuldade de degradação deste composto quando em ambiente marinho, no qual as condições são completamente diferentes das dos ambientes terrestres (aquelas utilizadas aquando da estimativa de tempos de biodegradação).

Das cerca de 100 milhões de toneladas de plástico fabricadas por ano, 10 milhões (!) destas vão, voluntária ou involuntariamente, parar ao mar. A frota mercante mundial e as plataformas marinhas são responsáveis por 20% (639 mil contentores de plástico/dia) desta descarga e os restantes 80% terão origem directa em terra.


No entanto, o dilema sobre o plástico não termina na poluição em si. A verdade é que estes compostos sintéticos entram inevitavelmente na cadeia alimentar marinha, quer seja pela ingestão directa por parte de organismos superiores como mamíferos marinhos, quelónios (tartarugas marinhas) ou peixes, quer através de partículas pequenas (por vezes minúsculas) que integram a cadeia alimentar mais básica (zooplâncton e fitoplâncton). A consequência é óbvia, não só para aqueles organismos que nos habituamos a ver nos documentários da caixinha colorida, como também para nós, portugueses, que nos orgulhamos de sermos um povo que consome muito e bom (?) peixe.



Para mim, esta realidade é verdadeiramente assustadora. A solução, mais do que a separação doméstica (algo que faço e continuarei a fazer), passa pela redução, sempre que possível, do consumo de artigos que contenham plásticos, seja nos seus constituintes ou nas suas embalagens. O princípio é sabido: sem hábitos de consumo, não haverá hábitos de oferta.

Sacos, embalagens, caixas, cotonetes, canetas, escovas de dentes, entre outros… quantos objectos de plástico usou e descartou durante a passada semana?


Artigo de Pedro Correia, educador ambiental
Publicado por Departamento Educacional do Zoomarine em 24-04-08

site: zoomarine.blogdrive.com/