Vê o video e reflecte sobre o problema.
sábado, 18 de julho de 2009
Poluição luminosa
Vê o video e reflecte sobre o problema.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Olha o Robot!

O robot vem equipado com um sistema de navegação GPS e sensores para se orientar no caminho e não chocar com as pessoas e também para que não seja vandalizado.
"Nas ruas estreitas, o camião normal de lixo não consegue passar, então tivemos a ideia de criar um veículo menor e que fosse amigável com as pessoas," referiu Barbara Mazzolai, criadora do robot, da Universidade de Sant'Anna.
Este é somente um protótipo. Mas os criadores dizem que já há interesse de autoridades locais e governos de vários países.
Os robôs, “DustBot" não retiram apenas o lixo das ruas, também conseguem diferenciar o lixo orgânico do plástico e fornecer informações sobre a poluição ambiental.
Vê o Robot na sua tarefa, no video:
domingo, 14 de setembro de 2008
Minhocas "guerreiras ecológicas do século XXI"

Cientistas da Universidade de Reading, Inglaterra, descobriram que as minhocas consomem metais pesados ajudando assim a limpar solo contaminado.
Os investigadores descobriram mudanças subtis nas propriedades das terras contaminadas com metais à medida que as minhocas ingeriam e expeliam o solo onde os metais se encontravam, noticia o Globo.
Desta forma, as plantas conseguem, de forma mais fácil, absorver os metais pesados, tóxicos e prejudiciais à saúde humana, da terra. As plantas conseguem absorver metais pesados do solo e incorporá-los nos tecidos, no entanto, este processo leva muito tempo.
Assim, se as minhocas conseguem que os metais se tornem mais facilmente absorvidos pelas plantas, estes pequenos animais poderão tornar-se «nas guerreiras ecológicas do século XXI», afirmaram os cientistas no British Association Science Festival, em Liverpool.
Segundo os cientistas, as minhocas desenvolveram um mecanismo que permite que sobrevivam em solo contaminado com metais tóxicos como o arsénio, chumbo, cobre e zinco. «As minhocas produzem um tipo de proteína que envolve determinados metais e as mantém seguras da intoxicação», explicou o pesquisador Mark Hodson.
A análise dos metais foi feita através do uso do aparelho Diamond Light Source, que utiliza a tecnologia raios X para determinar a propriedade de partículas «mil vezes menores do quer um grão de sal».
FONTE: IOL Diário
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Save Miguel...? Who is Miguel?

www.savemiguel.comCom vista a sensibilização da população para o uso de rolhas de cortiça evitando o uso dos sobreiros para outros fins que possam ter como consequência o seu corte, o Grupo Amorim, com a intervenção da TBWA Australiana, que desenhou o projecto, produziu a campanha intitulada "Save Miguel".
Com o objectivo de difundir esta campanha internacionalmente, contaram com a ajuda de Rob Schneider, o conhecido actor cómico presente em quase todos os filmes de Adam Sandler. Se quiseres acompanhar Schneider na sua missão por Portugal em busca de Miguel, que afinal vais descobrir tratar-se de um simpático sobreiro clica aqui e vê o video.
O aumento do uso do plástico para a produção de rolhas está a levar a uma quebra no uso da cortiça. Este facto está a provocar o seu abandono. Através de uma perspectiva ecológica esta campanha demonstra o papel que estas árvores possuem no combate às Alterações Climáticas e à poluição.
Os sobreiros que foram "descortiçados" absorvem 3 a 5 vezes mais dióxido de carbono da atmosfera que os sobreiros que não foram "descortiçados". Os sobreiros portugueses são responsáveis pela absorção anual de 4.8 Milhões de toneladas de dióxido de carbono e são também um dos principais produtores de oxigénio. Para a cortiça ser retirada não é necessário abate da árvore podendo estas regenerar a cortiça a cada 9 a 12 anos (os sobreiros vivem entre 100 a 300 anos). De referir que a cortiça é amiga do ambiente, biodegradável e totalmente reciclável. Por fim não devemos esquecer que os montados (conjunto de sobreiros) são considerados hotspots de biodiversidade no Mediterrâneo e na Europa. Um montado é a casa de cerca de 135 espécies de plantas e 42 espécies de aves, muitas delas em perigo de extinção.
Assim, o lema final, em que qualquer um pode participar (tu também) passa apenas por: comprar garrafas de vinho que tenham rolhas de cortiça. Através deste simples acto, qualquer um pode sentir que contribuiu para a sobrevivência dos sobreiros. Junta-te a esta causa.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
PENSA NISTO...
O que sobe também desce...
Élio Vicente, biólogo marinho
"São raras as pessoas que não gostam deles... São objectos mágicos que desafiando as leis da física e a imaginação das crianças, geram sorrisos e alegram qualquer espaço... Há-os de todos os tamanhos e feitios, ora cheios de hélio ou de vulgar ar. E o próprio nome é engraçado...
Chamamos-lhe balões!
Hoje em dia, os balões são omnipresentes no nosso dia-a-dia: competem com as TV, os telemóveis e, claro, os chocolates! Por isso mesmo, é raro o dia em que não vemos um - seja numa inauguração, num restaurante de "fast-food", num jardim infantil, numa feira de rua ou num "simples" aniversário.
Mas infelizmente, muitos fãs daqueles pequenos flutuantes mundos começam a ganhar-lhes um pequeno ódio... E por um motivo que escapa à maior parte dos seus admiradores.
Esse "pequeno ódio" emerge, precisamente, da popularidade de um objecto que, até recentemente, não passava de um inocente brinquedo de criança. É que essa popularidade começa a ter, anualmente, consequências sérias no bem-estar de dezenas de milhar de animais e uma fonte extra (e frívola) de poluição.
Resumidamente: a alegria de crianças e adultos começa a ser fonte de sofrimento (e, frequentemente, a morte) de aves, peixes, tartarugas, golfinhos, focas e muitos outros seres vivos que ingerirem ou ficam presos um balão usado.
Para piorar o cenário, Portugal começou recentemente a sistematizar as "largadas" de balões cheios de Hélio. No dia 1º de Junho, por exemplo, tentou-se bater, em Coimbra, o recorde Ibérico de lançamento de balões. Segundo a organização, terão sido lançados 200'000 balões numa só tarde. Duzentos mil... Mas não são apenas os fúteis recordes - hoje dia, é raro não os encontrar em festas de aniversários e empresariais, casamentos, arraiais populares... Até as escolas incentivam as crianças a lançar "mensagens de esperança" (humanitárias, culturais ou, ironicamente, ambientais), sem terem verdadeira consciência das implicações de tais largadas.
Mas, afinal, qual é o problema?
Simples: o que sobe, invariavelmente, desce! E depois de uma muito rápida euforia (de dois, cinco, dez minutos, no máximo?), poucos se lembrarão dos 10, 250, 5'000 ou 200'000 balões que foram largados. No entanto, eles não desaparecem por artes mágicas - a Natureza terá que lidar com eles; não apenas por minutos mas, por vezes, durante meses ou anos.
Quais as desconhecidas (mas reais) consequências?
Simples: mais tarde ou mais cedo (resultado da pressão atmosférica, normalmente) os balões rebentam e caem! Caem sobre árvores, rios, lagos e lagoas! Caem e invadem pastos, ninhos e zonas de reprodução. Caem e tornam-se lixo - e lixo não biodegradável...
E são, todos os anos, centenas, milhares ou dezenas de milhar! E tudo para uns efémeros e banais momentos de "beleza visual"...
Valerá a pena prejudicar (directa ou indirectamente, induzindo desconforto, doença ou mesmo a morte) milhares de animais por umas fugazes acções sociais que apenas celebram o egoísmo humano? A resposta parece-nos simples: não!
Mas a solução é simples: basta evitar o Hélio! Sim, esse, o gás... Afinal de contas, o problema principal não é o balão, mas sim o facto deste subir sem destino.
Em suma: brinquem com balões - mas não os deixem subir. Encantem as crianças - mas não lhes ensinem a poluir. Alegrem uma festa - mas não poluam o ambiente envolvente. Brinquem com balões - mas não os transformem em instrumentos do mal."