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sábado, 5 de setembro de 2009

Ursos Panda em Perigo de Extinção

O panda gigante da China pode desaparecer "em duas a três gerações" devido ao rápido crescimento económico que tem vindo a destruir o habitat natural destes animais, alertou no mês passado, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF). Segundo a organização não-governamental WWF, o grande problema é que o habitat natural do panda gigante, o emblemático urso preto e branco que é um dos símbolos da China, está a ser dividido em pequenos territórios, o que dificulta que diferentes populações de animais entrem em contacto para se reproduzirem."Se o panda não conseguir encontrar parceiros de outros habitats para acasalamento pode enfrentar a extinção em duas ou três gerações", alerta Fan Zhiyong, director do programa de espécies da WWF na China, lembrando que o risco de endogamia (cruzamento com membros de seu próprio grupo) reduz ainda a resistência destes animais às doenças. O especialista do WWF precisa que a "construção de estradas próximas às reservas naturais" está a causar uma "considerável restrição de liberdade de movimentos, obstruindo rotas de migração e prejudicando a saudável troca de genes entre representantes da espécie". No entender de Fan Zhiyong, para diminuir a pressão sobre estes animais e garantir a sua conservação é fundamental abdicar da construção de infra-estruturas nas imediações das reservas naturais. Actualmente há cerca de 1600 pandas a viverem em liberdade na China, a maioria nas províncias de Sichuan (sudoeste), Shaanxi (norte) e Gansu (noroeste). No entanto, as estimativas da WWF apontam para que 43 por cento dos habitats naturais ainda não sejam considerados reservas naturais ou áreas protegidas e que 29 por cento destes animais careça de protecção efectiva.
Fonte da notícia aqui

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Consumo de Água

Consumo de Água

A World Wilde Fund (WWF) revelou, na semana passada, na apresentação do seu Relatório "Planeta Vivo 2008", de 48 páginas, que Portugal se encontra em 6.º lugar no grupo de países de países com maior consumo de água por habitante (ver página 18).

Os primeiros cinco lugares pertencem a EUA, Malásia, Grécia, Itália e Espanha.
A WWF refere que cada português consumiu em média, entre 1997 e 2001, cerca de 2,2 milhões de litros de água por ano.

Vamos mudar as nossas atitudes!

Vamos poupar água ! PORQUE SEM ÁGUA NÃO HÁ VIDA

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Em 2030 : serão precisos dois Planetas para suportar consumo humano


Ao ritmo de consumo actual, a humanidade, para satisfazer suas necessidades no início da década de 2030, vai precisar de dois planetas, alerta o Fundo Mundial para a Natureza (WWF).
A pegada ecológica da humanidade, que avalia o consumo de recursos naturais, já superou em 30% as capacidades do planeta de se regenerar, destaca o WWF no relatório Planeta Vivo 2008.
O Relatório explica que a pressão da humanidade sobre o planeta duplicou nos últimos 45 anos por dois motivos: crescimento demográfico e aumento do consumo individual.

A sobreexploração está esgotando os ecossistemas e os desperdícios acumulam-se no ar, na terra e na água.

Como resultado a escassez de água, a redução da biodiversidade e as alterações climáticas, causadas pela emissão de gases que provocam o efeito estufa, "colocam cada vez mais em risco o bem-estar e o desenvolvimento de todas as nações", informa o WWF.
O "Índice Planeta Vivo", um instrumento criado para medir a evolução da biodiversidade mundial e que envolve 1.686 espécies de vertebrados em todas as regiões do mundo, registrou queda de quase 30% nos últimos 35 anos.
Perante a redução deste índice, parece cada vez mais improvável que alcancemos o objectivo, no entanto modesto, estabelecido na Convenção do Rio sobre a diversidade biológica: diminuir a redução da biodiversidade mundial até 2010", destaca o WWF.

Além da pegada ecológica mundial e do Índice Planeta Vivo, o relatório apresenta um terceiro instrumento de medida, "a pegada de água", que avalia a pressão resultante do consumo sobre os recursos hídricos em escala nacional, regional e mundial.
O grande problema é que a água é um recurso distribuído de forma muito desigual em todo o mundo.

Desta maneira, 50 países enfrentam actualmente um ‘stress‘ hídrico moderado ou grave, segundo o WWF. Além disso, o número de pessoas que sofrem com a falta de água, seja durante todo o ano ou por temporadas, aumentará em consequência do aquecimento global, conclui o organismo de defesa da Ecologia.

A «pegada ecológica», índice da WWF, traduz a quantidade de terra e água necessárias para sustentar as gerações actuais, tendo em conta os recursos materiais e energéticos gastos por uma determinada população.

Os americanos têm uma pegada ecológica média de 9,4 hectares, o equivalente a 4,5 planetas Terra, enquanto os chineses - com uma população quatro vezes superior à dos Estados Unidos - têm uma pegada de 2,1 hectares por pessoa (um planeta).

Alguns países, como os EUA e a China, consomem mais do que a sua biocapacidade (aquilo que os seus ecossistemas são capazes de oferecer), caracterizando-se como «países devedores ecológicos».

A União Europeia tem também um deficit ecológico que a WWF considera «muito preocupante», com uma pegada ecológica de 4,7 hectares por cidadão (2,3 Planetas Terra) e uma biocapacidade de 2,3 hectares.

Portugal tem uma pegada ecológica média de 4,4 hectares, estando em 28 lugar numa lista de 151 países, e uma biocapacidade de apenas 1,2 hectares (95 lugar): «Seriam necessários dois planetas para manter o padrão médio de consumo de cada português», afirma a WWF em comunicado.


Relativamente à pegada de água «Em Portugal a situação é também preocupante», diz a WWF, referindo que o indicador de uso de água é de 2,26 milhões de litros por pessoa por ano, ocupando Portugal o sexto lugar entre 151 países.

Para Luís Silva, da WWF, «esta situação revela que o nosso país pode vir a enfrentar problemas de escassez de água, em consequência das alterações climáticas previstas para a Bacia do Mediterrâneo, onde Portugal se insere. A mudança de hábitos no consumo de água será fundamental para evitar o colapso deste recurso.»

Notícia retirada de http:// jornaldigital.com

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Urso Panda defendido em Paris

O Fundo Mundial para a Natureza ou «World Wildlife Fund» (WWF) dispôs 1600 ursos pandas de papel na praça do Trocadéro, zona no centro de Paris situada em frente da Torre Eiffel .O propósito da escolha do número de 1600 ursos prende-se com o facto de ser este o número exacto existente no Mundo, de exemplares desta graciosa espécie que as crianças tanto adoram e que se encontra em sério perigo de extinção
Serge Orru, representante de WWF em França, incitou todos os cidadãos do País e turistas a abraçarem esta grande iniciativa. Foram estas as suas palavras :

É urgente pensar nas gerações futuras.

Fonte da notícia: http://www.ecologiaverde.com/

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Pinguins da Antártida em Perigo

Estudo revela que 50 a 75 por cento das colónias encontram-se em declínio
Pygoscelis adeliae

Entre 50 e 75% das colónias de pinguins da Antártica encontram-se em declínio e, inclusive, ameaçadas de extinção no caso de um aquecimento global superior aos 2 graus, revelou esta quarta-feira um relatório do Fundo Mundial para a Natureza (WWF).

Segundo os modelos climáticos examinados, uma alta de temperatura de 2°c pode acontece em 40 anos, recorda o WWF neste relatório apresentado em Barcelona, onde acontece o congresso da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

Este aquecimento teria como consequência uma grande redução dos gelos dos mares antárticos que constituem o habitat predileto do pinguim Imperador e o pinguim de Adélia.

O desaparecimento parcial dos gelos do mar também se pode traduzir numa diminuição do krill, base do regime alimentar dos pinguins.

"Os pinguins estão acostumados a viver no frio e em condições extremas. Com a contínua elevação das temperaturas e a diminuição das zonas de alimento e ninhos associadas, já ocorreu uma redução sensível das populações existentes", comentou Juan Casavelos, coordenador da WWF para a Mudança Climática na Antártica.

(Fonte: Barcelona/AFP/08-X-10).

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Baleias ameaçadas pelo Aquecimento Global



Baleias ameaçadas pelo aquecimento global

O derretimento da camada de gelo na Antártida, causado pelo aquecimento global, ameaça baleias migratórias, que têm suas áreas de alimentação reduzidas.

Um estudo divulgado pelo Worldwide Fund for Nature (WWF) alerta para o facto de que o gelo marítimo do inverno será reduzido até cerca de 30% em alguns lugares.Esta situação será fatal para as baleias pois estas alimentam~se de Krill (pequenos camarões na sua maioria da espécie Euphansia superba) . O krill depende do gelo marinho para sobreviver. Se este diminuir os recursos alimentares das baleias irão escassear. Devido a isso, as baleias são obrigadas a viajar mais 500 quilômetros em busca de comida.

A conclusão é que o aumento das rotas de migração não apenas fará aumentar o montante de energia usado pelas baleias para chegar a suas áreas de alimentação como também reduzirá a temporada de alimentação por causa do tempo consumido para chegar até lá.

"Essencialmente, o que estamos vendo é que as baleias associadas ao gelo como as baleias mink da Antártida enfrentarão mudanças dramáticas em seu habitat dentro de um período não muito maior do que o período de vida desses animais", afirmou Heather Sohl, dirigente do WWF.

O documento foi divulgado para coincidir com o 60o encontro anual da Comissão Internacional Baleeira (IWC), que ocorre em Santiago (Chile), na próxima semana. Nesse encontro, o Brasil deve propor a criação de um Santuário para Baleias no Atlântico Sul.

Países baleeiros como o Japão e a Noruega, por outro lado, realizam uma campanha para que seja levantada a moratória sobre a caça comercial de desses animais, adotada pelo IWC em 1982.

Entre as baleias mais ameaçadas pelo derretimento do gelo na Antártida encontram-se a baleia-azul, o maior animal do mundo, e a cachalote.

Só recentemente, essas espécies começaram a recuperar depois de terem ficado à beira da extinção no século 20, antes da moratória da IWC entrar em vigor.