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terça-feira, 10 de março de 2009

ÓLEO NO OLEÃO ...É A SOLUÇÃO

RECOLHA E VALORIZAÇÃO DOS ÓLEOS ALIMENTARES USADOS - OAU's


O CLUBE CIÊNCIA EM MOVIMENTO está a organizar uma campanha :
"MENOS POLUIÇÂO...ÓLEO NO OLEÃO...É A SOLUÇÃO!
Esta campanha com inicio a partir de 9 de Março, pretende sensibizar a comunidade escolar para a importância da reciclagem dos óleos.

Um litro de óleo contamina cerca de um milhão de litros de água, isto é, o equivalente à quantidade de água que uma pessoa consome durante 14 anos!!!
O contacto de um óleo usado com o solo destrói a flora de uma tal forma que ela só se recompõe totalmente passados 15 anos.
O despejo de 5 litros de óleo usado sobre a água origina a formação de uma película oleosa com um diâmetro de 5 quilómetros.
Os despejos nos esgotos dificultam o funcionamento do sistema de depuração das estações de tratamento de água.

Traz para a Escola os Óleos Alimentares Usados, filtrados, numa garrafa ou garrafão bem fechado, entrega - os ao funcionário, junto ao portão de entrada.
Adere a esta campanha

O AMBIENTE AGRADECE!
Mais informação em http://esec.dyndns.org/moodle/

O PONTO ELECTRÃO CHEGA AMANHÃ

É já amanhã que a escola vai receber o ponto electrão. Os alunos e professores que tenham material adequado podem trazê-lo já amanhã. Falem com familiares e amigos e vamos lá encher isto depressa.
A nossa escola foi aceite para participar no Projecto Escola Electrão. Este projecto é "uma iniciativa inédita no País com o objectivo de formar e informar todos os alunos dos 10 aos 18 anos sobre a gestão de Resíduos e Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE), premiando ainda as escolas com melhor desempenho ambiental."Vão participar 382 escolas, o que corresponde a mais de 262 mil alunos envolvidos.

Os objectivos principais do projecto Escola Electrão são: "Sensibilizar os alunos do Ensino Básico (2º e 3º ciclos) e Ensino Secundário para a importância do tratamento adequado dos REEE, proporcionando aos professores informação actualizada sobre este fluxo de resíduos.
"Esta iniciativa inclui também uma acção de recolha de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos nas escolas que se destina a premiar as escolas que depositarem a maior quantidade destes equipamentos em fim de vida, avaliada em quilograma. Para tal, serão colocados Pontos Electrão nas escolas participantes.
Para a "nossa" Escola as datas serão as seguintes:
Data de entrega do Ponto Electrão: 11 de Março de 2009
Data de recolha do Ponto Electrão: 18 de Março de 2009

Já sabes, fala com os teus familiares e amigos. Em vez de colocarem material avariado no lixo, traz para o Ponto Electrão da escola.

Quais os REEE que podem ser depositados?

Todos os REEE podem ser depositados no Ponto Electrão excepto as lâmpadas e os de grande dimensão que não possam ser introduzidos na abertura (55cm x 55cm). Os REEE de grande dimensão (ex.: frigoríficos, máquinas de lavar, etc.) também podem ser entregues através de uma recolha especial do operador logístico que estiver afecto à escola participante.
As lâmpadas pertencentes à Categoria 5 (Equipamentos de Iluminação) podem ser depositadas desde que inteiras, em caixas de cartão que serão disponibilizadas às escolas em simultâneo com o Ponto Electrão e que deverão ser acondicionadas em local seco. Alertamos que nesta categoria não estão incluídas as lâmpadas incandescentes, de halogéneo, leds e infra-vermelhos.

Se estás interessado em passatempos e jogos que se renovam regularmente, prémios bastante atractivos e diversos conteúdos didácticos, visita o Clube Electrão.

Ajuda a divulgar esta campanha e contribui com o máximo que puderes.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Escola Electrão


A "Escola Electrão" é um projecto da Amb3E, com o apoio do Ministério da Educação, destinado às escolas do ensino básico (2º e 3º ciclos) e do ensino secundário que pretende sensibilizar e envolver professores, alunos, funcionários, pais e comunidade em geral, no esforço global da reciclagem e valorização dos equipamentos eléctricos e electrónicos em fim de vida. No âmbito deste projecto podem ser recolhidos e encaminhados para reciclagem frigoríficos ou aparelhagens velhas, micro-ondas e lâmpadas. Uma oportunidade para professores e alunos trabalharem esta temática nos seus planos curriculares, uma vez que estão disponíveis materiais didácticos e propostas para trabalhos na Área de Projecto.

Segundo a Amb3E, o programa Escola-Electrão - que decorre até Junho de 2009 - já recebeu a inscrição de 200 escolas do país que se habilitam a ganhar computadores, projectores, máquinas fotográficas ou câmaras de filmar se conseguirem depositar a maior quantidade destes equipamentos nos Pontos Electrão que serão colocados nas escolas para que pais e alunos possam lá depositar os equipamentos.

A Escola Secundária com 3º ciclo do Entroncamento, atenta a tudo que diz respeito à reciclagem, está na linha da frente. já se inscreveu na Escola Electrão e está a trabalhar em material de divulgação.

Se quiserem saber mais, cliquem em http://www.escolaelectrao.pt/

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

O que uma pilha pode fazer à tua saúde

As pilhas contêm na sua composição diferentes metais tais como mercurio, cadmio, níquel, magnesio e zinco que são contaminantes do meio ambiente. As pilhas que se utilizam em relógios, calculadoras, etc. são as mais contaminantes apesar do seu reduzido tamanho.

Dos 110 milhões de pilhas e baterias postas à venda no mercado português durante o ano passado, apenas 18% foram reciclados. Um número insatisfatório, pois, segundo uma directiva europeia, até 2012, os estados membros devem garantir que recolhem anualmente 25% dos resíduos colocados no mercado. Em causa estão os danos que as pilhas podem causar ao ambiente e à saúde humana quando indevidamente depositadas no lixo doméstico ou deixadas ao ar livre. Portugal terá de reciclar mais 7% até 2012.

Mas afinal como pode uma pilha interferir na nossa saúde? As pilhas consistem numa célula que converte energia química em energia eléctrica, sendo que as recarregáveis se chamam baterias ou acumuladores. A garantir a eficácia desta reacção química que liberta a energia que alimenta telemóveis, computadores, rádios, etc., encontram-se os chamados metais pesados. Mercúrio, chumbo, cobre, zinco, cádmio, níquel e lítio são alguns dos componentes das pilhas que apresentam maiores problemas para o ambiente. Assim, "quando as pilhas são depositadas na natureza e ao longo do tempo se vão deteriorando, os seus componentes espalham-se e infiltram- -se provocando a contaminação dos solos, chegando mesmo a atingir os lençóis freáticos. O tempo de permanência dos metais pesados no solo é elevadíssimo, podendo afectar toda a cadeia alimentar", refere Eurico Cordeiro, director da Ecopilhas, sociedade gestora de pilhas e acumuladores usados.

Por outro lado, "aquando da deposição em meios aquáticos, os metais decompõem-se em tóxicos, com incorporação na cadeia alimentar de moluscos, peixes e outros seres vivos", acrescenta Eurico Cordeiro. O cádmio, por exemplo, quando presente no organismo humano, pode levar a disfunções renais e osteoporose. Já o mercúrio em altos teores pode provocar "fadiga, perda de apetite, dores gastrointestinais e, mais tarde, perdas de memória, depressão e inclusivamente desordens mentais graves, estado de coma e por fim a morte", avança Carmen Lima da Quercus.
Quer isto dizer que as pilhas constituem não só um problema ambiental, mas também um problema para a sua própria saúde. Por isso, lembre-se que Portugal tem mais de 15 mil «pilhões»...
Daí que ao reciclar pilhas se esteja a garantir a qualidade do ambiente e da saúde enquanto se recaptura materiais que podem voltar a ser usados na indústria, sem que seja necessário retirá-los da natureza.

Assim, da mais simples pilha a secadores de cabelo, telemóveis e leitores de MP3, tudo pode ser reciclado. Depois de recolhidas dos mais de 15 mil "pilhões" que existem em Portugal, as pilhas são separadas por sistemas químicos e enviadas para reciclar numa empresa austríaca. Na Áustria, as pilhas são moídas e passam por um processo pirometalúrgico: o ferro é subtraído magneticamente e os outros materiais são introduzidos num forno. Numa queima inicial recupera--se o mercúrio e o zinco nos gases de saída, aquecendo-se depois os resíduos acima de mil graus centígrados para obter magnésio e mais algum zinco. Este é portanto um processo térmico que consiste em evaporar cada metal à sua temperatura precisa para depois o recuperar por condensação. Os materiais que daí resultam passam então a ser matérias-primas para a indústria do aço, fabrico de novas pilhas e outros produtos.

Fonte da notícia: Diário de notícias