Mostrar mensagens com a etiqueta Universo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Universo. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 18 de maio de 2010

Protótipo do SKA- Maior radiotelescópio vai ser testado em planicie alentejana



Depois de receber a instalação da maior central fotovoltaica do mundo, o concelho de Moura foi escolhido para testar tecnologia de ponta que vai integrar o maior radiotelescópio do mundo, o SKA (Square Kilometre Array), 50 vezes mais preciso do que os actuais instrumentos de observação astronómica.

O SKA tem capacidade para revelar o nascimento das primeiras galáxias, detectar colisões entre buracos negros e, graças à sua elevada resolução, pode recolher provas do processo de formação de planetas noutros sistemas solares. A sua potência é tal que lhe permitirá captar o equivalente a um sinal de um transmissor de televisão proveniente de um planeta em órbita de uma estrela próxima do Sol. Esta sensibilidade e resolução tornarão também possível fazer a cartografia das proto-estruturas que deram origem às primeiras estrelas no Universo.

O gigantesco radiotelescópio irá ocupar uma área de três mil quilómetros quadrados numa região do hemisfério Sul, ainda em fase de apreciação: África do Sul, Austrália ou Nova Zelândia. Visto do ar, vai parecer-se com uma gigantesca estrela do mar.

São vários os factores que levaram a jovem equipa de cientistas portugueses, ingleses e holandeses a optar pela Herdade da Contenda: disponibilidade de área, espectro radioeléctrico limpo, custos do desenvolvimento das infra-estruturas bastante atractivos e excelentes condições iono e troposféricas. A região alentejana beneficia ainda de grande período de exposição solar e maior número de meses com elevada temperatura ambiente.

O local escolhido para testar módulos do radiotelescópio fica mesmo junto à fronteira, e do outro lado há um parque natural, "um sítio sossegado e calmo, adequado às experiências", comenta Domingos Barbosa, da Universidade de Aveiro, elo do projecto SKA em Portugal. A partir de Setembro decorrerão na Contenda os primeiros ensaios de funcionamento de uma unidade do sistema Embrace (Electronic Multibean Radio Astronomy Concept), que integra o núcleo do gigantesco radiotelescópio. A empresa municipal Lógica - Sociedade Gestora do Parque Tecnológico de Moura participa nos ensaios do equipamento e testes climatológicos.

O investimento total para a construção do maior radiotelescópio do mundo é de 1,5 mil milhões de euros. "É muito dinheiro, mas é um preço normal de um satélite de comunicação", realça Domingos Barbosa, frisando que Portugal receberá mais-valias no montante de 12 milhões de euros pela participação no projecto.

O docente da Universidade de Aveiro augura um bom futuro para Moura como "plataforma para o desenvolvimento da radioastronomia", assinalando as vantagens de que Portugal já dispõe "na formação em radioastronomia e astronomia" e que trará ao Alentejo um vasto leque de cientistas que não deixarão de projectar no exterior a participação portuguesa no SKA.

Na Europa do Centro e do Norte não se consegue testar antenas em condições dada a enorme densidade de aparelhos de GPS, televisores e outros instrumentos de telecomunicações. Em Moura, o espectro rádio é suficientemente limpo, "para ter acesso a bandas livres que nos permitem identificar pedaços da história do Universo", vaticina Domingos Barbosa.


O SKA vai permitir observar e cartografar as primeiras estrelas e galáxias, mapear fenómenos violentos no universo, como buracos negros, detetar riscas de moléculas precursoras de vida em sistemas planetários distantes e vida inteligente no universo.

A construção do SKA deverá começar em 2014, as primeiras observações estão previstas para 2017 e o radiotelescópio poderá começar a funcionar em pleno até 2022.

O SKA irá ocupar 3000 quilómetros, terá 2500 antenas parabólicas e 250 estações e poderá cobrir uma "ampla gama de frequências" entre os 30 megahertz e os 20 gigahertzs.
Notícia e imagem em publico.pt

sábado, 24 de abril de 2010

HUBBLE, o famoso telescópio espacial faz anos

Hubble: 20 anos a observar planetas fora do sistema solar
A observação e caracterização da atmosfera de planetas exteriores ao sistema solar, até então quase desconhecidos, foi um dos principais feitos do telescópio Hubble, lançado há 20 anos e que assinala hoje o seu aniversário.
A Nebulosa Carina, um dos maiores berçários de estrelas do Universo, e local de uma das fotos mais famosas do Hubble, chamada Pilares da Criação. [Imagem: NASA/ESA/M.Livio]

Para os norte-americanos, o feito mais marcante da era espacial talvez tenha sido a ida à Lua. Eles não estão longe de terem razão.

Mas naquele evento havia um quê de nacionalismo exacerbado, de uma época em que as guerras eram frias, embora os ânimos muito quentes.

Para o resto da humanidade, e mesmo talvez para muitos dos norte-americanos, contudo, o maior feito da era espacial até agora foi sem nenhuma dúvida o Telescópio Espacial Hubble.

Longe dos sonhos visionários da conquista espacial, o Hubble não levou astronautas à Lua ou a qualquer outro lugar. Ele fez mais do que isso. Ele trouxe até nós estrelas, galáxias, espectáculos celestiais que já se extinguiram há milhões de anos, como um registro que está gravado eternamente na luz que viaja pelo espaço.

E toda essa história, todas essas mensagens de um passado escrito no vácuo do Universo, por ondas que viajam sem precisar de naves, só pôde ser conhecida pelo homem graças aos instrumentos do Telescópio Espacial Hubble.

Já temos novos telescópios no espaço, mais poderosos, e logo teremos outros. Mas a história do Hubble também não poderá ser apagada. Sobretudo porque ela está registrada nas mentes e nos corações de toda uma geração, que aprendeu a deslumbrar-se com belezas que antes simplesmente não sabiam que existiam.

Ao longo de 20 anos de observações, foram 570.000 imagens de 30.000 objectos celestes. Não parece tanto se elas forem reduzidas aos 45 terabytes de dados que representam, algo como 5.800 DVDs, que caberiam numa caixa nem tão grande.

Mas cada imagem, além de deslumbrante, para a qual se pode olhar sem se cansar, representa um universo por si só - a maioria delas ainda continua sendo estudada pelos astrónomos. Só com base nas observações do Hubble, os cientistas geraram mais de 8.700 artigos científicos. E são quase mil novos artigos escritos a cada ano.

Essas pesquisas mudaram quase tudo o que se sabia de astronomia, um campo que claramente se divide entre antes e depois do Hubble. A idade do Universo, o crescimento das galáxias, buracos negros gigantes, energia escura, expansão acelerada do Universo - tudo isso passou pelos olhos do Hubble.

É por isso que o público aprendeu a amá-lo. E a amar a ciência que o Hubble representa. E não se trata de idolatrar um objecto. Ao contrário, trata-se de amar a própria criatividadee coragem humanas, de imaginar e realizar uma máquina tão grandiosa, que, lançada aos céus, para onde sempre olhamos com êxtase, traz o céu até nós.

Parabéns, Hubble, e muitos anos de vida.

domingo, 8 de novembro de 2009

Mercúrio sempre a surpreender...

A sonda norte-americana "Messenger" que sobrevoou Mercúrio a 29 de Setembro de 2009 revelou quase toda a superfície do planeta, até ao momento desconhecida. Foram captadas imagens a cores que permitiram detectar uma grande abundância de ferro e titânio à superfície do planeta.
Na imagem, a área amarela (parte superior) mostra uma forte atividade vulcânica explosiva. No centro, a bacia de 29 km de diâmetro tem um interior liso que pode ser o resultado de vulcanismo efusivo.
A sonda Messenger recolheu dados a partir dos quais, é agora possível conhecer quase toda a superfície, até agora misteriosa, do planeta mais pequeno do sistema solar, revelou a NASA.

Cerca de 98 por cento da superfície do planeta está fotografada, graças aos dados obtidos pelo Messenger em Setembro deste ano, em Janeiro e Outubro de 2008 e ainda pelo Mariner 10 (primeiro engenho a aproximar-se de Mercúrio em 1974 e 1975). Apenas os dois pólos ainda estão por descobrir. Messenger vai olhar para essas regiões quando se instalar, de forma permanente, na órbita do planeta em 2011. “Ainda que a superfície de Mercúrio fotografada (em Setembro) a baixa altitude represente menos de 563 quilómetros de parte a parte do equador, as novas imagens lembram-nos que Mercúrio está sempre a surpreender-nos”, escreve em comunicado Sean Solomon, responsável científico por esta missão. Os instrumentos a bordo da sonda captaram imagens a cores de alta definição, permitindo desvendar novas características geológicas. Esta missão do Messenger mostrou também uma grande abundância de ferro e de titânio à superfície do planeta. A descoberta foi uma surpresa porque as observações feitas da Terra e nos voos antecedentes do Messenger mostraram uma fraca concentração destes metais.
Os novos dados sobre a composição de Mercúrio levantam novas questões sobre a sua origem. Alguns cientistas afirmam que Mercúrio se formou principalmente a partir de restos de um corpo que terá colidido com a Terra.
Site original da notícia em NASA
Noticia lida em Público.pt

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Encontrado aminoácido pela primeira vez num cometa

Cientistas da NASA descobriram glicina, um dos blocos fundamentais da vida, em amostras do cometa Wild 2 enviadas pela sonda Stardust da NASA.

Cometa Wild 2 e sonda Stardust(impressão de artista) -Crédito: NASA/JPL(clique na imagem para ver versão maior)

Depois dos asteróides, é a vez de se descobrir moléculas da vida em cometas. A glicina, um dos 20 aminoácidos conhecidos – que juntos fabricam milhares de proteínas diferentes em todos os seres vivos –, foi recolhida pela sonda espacial Stardust da NASA, a partir da cauda do cometa Wild 2.


As proteínas são das mais importantes moléculas para a vida, usadas em tudo, desde estruturas como o cabelo até às enzimas, os catalisadores que aumentam ou regulam as reacções químicas. Tal como as letras do alfabeto são organizadas em combinações infinitas para formar palavras, a vida usa 20 diferentes tipos de aminoácidos numa enorme variedade de arranjos para construír milhões de proteínas diferentes.


“A nossa descoberta dá força à teoria de que alguns dos ingredientes da vida se formaram no espaço e chegaram à Terra há muito tempo, através de impactos de meteoritos e cometas”, disse Jamie Elsila, do Goddard Space Flight Center da NASA, que fica em Greenblet, em Maryland. A investigadora é a primeira autora do artigo que descreve a descoberta, e que será publicado na revista "Meteoritics and Planetary Science". A pesquisa foi apresentada durante uma reunião da Sociedade Química Americana em Washington, no passado dia 16 de Agosto.


"A descoberta de glicina num cometa suporta a ideia que os principais blocos da vida são prevalentes no espaço, e reforça o argumento que a vida no Universo pode ser comum em vez de rara," disse o Dr. Carl Pilcher, Director do Instituto de Astrobiologia da NASA, que co-financiou o estudo.


A sonda Stardust passou através de uma densa nuvem de poeiras e gases que rodeavam o núcleo de gelo do Wild 2 em Janeiro de 2004. À medida que viajava por este material, uma grelha especial de recolha, cheia de aerogel - um material esponjoso, composto por mais de 99% espaço vazio -, gentilmente capturava amostras de gás e poeira cometária. A grelha veio alojada numa cápsula que se libertou da sonda e que aterrou na Terra a 15 de Janeiro de 2006. Desde aí, cientistas de todo o mundo mantiveram-se ocupados a analisar as amostras de modo a aprender os segredos da formação dos cometas e da história do nosso Sistema Solar. Os cientistas tiveram que se certificar de que a glicina foi mesmo fabricada no espaço. Para isso mediram a quantidade de carbono 13, uma variação do carbono que existe em maior quantidade no espaço e também em maior quantidade na glicina.


Notícia lida em Público.pt, ciênciahoje.pt e em http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2009/08/19_aminoacido_cometa.htm

segunda-feira, 13 de julho de 2009

As primeiras estrelas do Universo eram "gémeas"



Processo de formação de estrelas é agora melhor compreendido por astrofísicos da Universidade de Michigan e da Universidade de Stanford graças a um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na quinta-feira na revista científica Science Express.
O estudo indica que muitas das primeiras estrelas do universo não se formaram sozinhas mas como "gêmeas". A observação foi possível graças a uma simulação por computador de como seria o Universo na sua origem.
"Acreditava-se que essas primeiras estrelas se formaram como astros únicos, mas agora vemos que muitas tinham "irmãs", disse Matthew Turk, do Laboratório Nacional de Aceleração de Stanford, que trabalha no Departamento de Energia americano, e é um dos autores do estudo.


"Essas estrelas foram as progenitoras da geração seguinte de estrelas, então se tivermos um conhecimento mais aprofundado sobre, podemos compreender como outras estrelas e galáxias se formaram."

Na simulação computadorizada, os pesquisadores criaram um universo virtual, no qual pulverizaram gás primordial e matéria negra, substâncias presentes logo após o chamado Big Bang, com um fundo de radiação cósmica cujas variações refletem a origem de todos os corpos celestes. Conforme o universo simulado se desenvolvia, ondas de gás e matéria negra giravam através de um cenário quente e denso. À medida que o Universo ia arrefecendo, os cientistas observaram que a gravidade começava a unir porções de material. Em áreas ricas em matéria negra, foram registradas as formações de estrelas. Numa das cinco simulações realizadas, uma única nuvem de poeira e matéria negra se transformou em estrelas gêmeas: uma com massa dez vezes maior do que o nosso Sol e outra 6,3 vezes maior.

Ambos os astros ainda estavam em processo de crescimento no final da simulação, e estariam aumentando ainda se a experiência se tivesse prolongado. "Esta descoberta abre um novo caminho de possibilidades de pesquisa. Essas estrelas podem ter evoluído para formar dois buracos negros, que por sua vez poderiam ter criado ondas gravitacionais", explicou Tom Abel, também do Laboratório de Aceleração.
Segundo os cientistas, a compreensão da formação e da evolução dos corpos celestes podem explicar como se formaram átomos presentes na Terra e até no corpo humano.
Fonte da notícia: ScienceDaily

sábado, 25 de abril de 2009

Novo Portal para descobrir o Universo

Portal Para o Universo.
imagem retirada daqui
Site do Ano Internacional de Astronomia
O Portal Para o Universo já está aberto, com notícias sobre o Universo

Saber as últimas novidades da astronomia é agora mais fácil, graças ao Portal Para o Universo, o mais recente projecto do Ano Internacional da Astronomia.

O site, lançado na Universidade de Hatrfordshire, no Reino Unido, na Semana Europeia da Astronomia e da Ciência Espacial, conta com tecnologias Web 2.0 e promete ser paragem obrigatória para quem quer estar a par do que se passa lá fora - mesmo fora do planeta.

O Portal Para o Universo dá acesso às últimas notícias de astronomia, vídeo e áudio em podcast, imagens, os blogues mais interessantes, e era esperado com expectativa por cientistas, jornalistas e público em geral. Em http://www.portaltotheuniverse.org/ podemos também encontrar imagens do Sol, saber o posicionamento do telescópio espacial Hubble em directo ou ainda consultar imagens do Universo obtidas por telescópios.

“O público tinha necessidade de um site como este, onde conteúdos de astronomia estão reunidos num só local e facilmente acessível”, disse Lars Lindberg Christensen, gestor do projecto, citado num comunicado de imprensa do Ano Internacional da Astronomia.

A iniciativa do Ano Internacional da Astronomia quer trazer o Universo à Terra, e a criação deste site possibilitá-lo-á, abrindo a porta a estrelas e galáxias.
Fonte da notícia

terça-feira, 29 de julho de 2008

Olhos postos no céu

No dia 25 de Junho de 2008 fomos visitar o Centro Ciência Viva de Constância. Lá e com a ajuda de telescópios e os nossos belos olhinhos percorremos o Universo. E descobrimos os planetas Júpiter, Marte, nebulosas, estrelas etc. Muito interessante e espectacular. Vejam o video...

domingo, 1 de junho de 2008

Quando os planetas são reis e os átomos valetes...

Jogo de cartas ajuda jovens a perceber de Química, Física e Astronomia



Em vez de ases, biscas e jokers, as cartas de um jogo criado por António Chaves têm átomos, planetas e o Universo, para ajudar crianças de escolas de Sintra e Amadora a aprender física, química e Astronomia.

"Big Bang" é o nome deste jogo de cartas que o projecto Ciência Viva reconheceu como um projecto que promove "actividades experimentais na aprendizagem das ciências, envolvendo as comunidades científica e educativa".

O jogo, registado em 2002 na inspecção-geral das actividades culturais, foi testado pela primeira vez na Área de Projecto de uma turma da Escola Secundária Dr. Azeredo Neves, na Damaia, Amadora. Esta semana foi também apresentado no Sintra Anima 2008, a decorrer até 03 de Junho neste concelho, e vai ser demonstrado na segunda e quarta-feira da próxima semana, durante a iniciativa 'Amadora Educa', iniciativa que reúne as escolas do concelho.

Segundo o autor, António Chaves, o jogo é também utilizado nas salas de aulas nas escolas secundárias Ferreira Dias, no Cacém, e na Matias Aires, em Agualva. "O professor em vez de abordar temas das ciências naturais, física, química e astronomia em termos teóricos pode exemplificar em termos práticos com as cartas e os valores dos grupos e ir até à partícula mais pequena dentro do conhecimento dos alunos", explicou.

Nestes dois níveis, dirigidos ao básico e ao secundário, o baralho tem 50 cartas, espalhadas por 16 grupos, e tem de ter entre dois a sete jogadores. A carta única do primeiro grupo e a mais valiosa, que corta todas as outras, é a que representa o próprio Universo.

Seguem-se os outros grupos, que representam o Big Bang, galáxias, a Terra, os seus dois hemisférios, estrelas, planetas do Sistema Solar, asteróides, cometas, leónidas, moléculas de oxigénio, átomos de hidrogénio e neutrões, protões e electrões, os elementos mais pequenos remetidos para o último grupo deste jogo.

"Divide-se algumas cartas pelos jogadores, que viram uma carta. Quem tiver a carta mais alta inicia o primeiro jogo", explicou António Chaves. Segundo disse, na primeira jogada é melhor jogar uma carta mais baixa, "para nos livrarmos delas". O jogador seguinte pode lançar uma carta do mesmo grupo e, se não tiver, tem de ir buscar a um monte.

Termina quando todos ficam sem cartas

Se não lhe sair uma carta igual ou superior à carta jogada inicialmente, o primeiro jogador pode jogar todas as cartas que tiver desse grupo. "Por exemplo, se eu jogar um planeta, obrigo o outro a jogar um planeta, mas se ele não tiver um nem o conseguir no monte de cartas, eu posso livrar-me nessa altura de todos os planetas que tenho. No entanto, se o outro jogador tiver uma estrela ou uma galáxia pode jogá-la sobre esses planetas, porque uma estrela vale muito mais em potência do que os planetas todos juntos", contou.

O jogo termina quando todos ficam sem cartas para jogar e ganha quem ficar primeiro sem cartões.

Além dos níveis jogados no ensino básico e secundário, António Chaves desenvolveu também o "Big Bang" para o ensino superior, que engloba cartas com física quântica. "Tem mais cartas, incluindo algumas de física quântica, como 'força nuclear fraca', 'força forte' e mais estrelas e galáxias", explica.

António Chaves salienta que em Portugal "não dá para viver dos jogos", mas como gosta de desenvolver passatempos didácticos-pedagógicos, está a acabar mais um a nível de saúde e já desenvolveu um outro sobre prevenção rodoviária.

Fonte da notícia: CienciaHoje.PT