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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Insectos em Ordem

Venham ser "biólogos por uma hora", identificando, insectos enquanto aprendem sobre a sua diversidade no nosso país é a proposta oferecida por Bioeventos 2010.



Libelinha - fotografia do alemão Martim Amm aqui

O programa Bioeventos 2010, um conjunto de iniciativas de comemoração do Ano Internacional da Biodiversidade, acolhe a abertura da primeira exposição de divulgação científica sobre a diversidade de insectos intitulada "Insectos em Ordem", que estará patente nos Museus da Politécnica (Antigo Picadeiro do Colégio dos Nobres), em Lisboa, até 28 de Novembro.

O ponto de partida é um desafio: todos podemos aprender os princípios da identificação das espécies de insectos. A partir daí, a exposição está concebida como um labirinto educativo de 600 m2, em que os visitantes têm a missão de identificar a Ordem taxonómica do insecto (preservado em resina) que lhes é dado à entrada.

Desta forma, a configuração do espaço submete-se à chave dicotómica usada pelos cientistas, com cada caminho ramificando-se em outros dois, em que o visitante deve identificar o percurso a seguir ao observar as características do seu exemplar, até chegar à identificação da Ordem.

Ao longo da exposição, os visitantes irão aprender sobre 16 ordens diferentes de insectos, transformando este evento num grande jogo didáctico e interactivo da biodiversidade.
Horário: 3.ª feira a Domingo, das 10h00 às 19h00.

Para mais informações consultar aqui

terça-feira, 11 de maio de 2010

UMA PATA NA ÁGUA OUTRA NA TERRA

EXPOSIÇÂO ANFÍBIOS

Os anfíbios constituem o grupo de vertebrados mais ameaçado a nível mundial. Em Portugal, são animais pouco conhecidos pela população, estando frequentemente associados a mitos e crenças populares responsáveis pela sua aversão generalizada.
Integrada nas comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade, esta exposição pretende alertar para os perigos deste grupo e mudar a imagem destes animais de forma lúdica e interactiva.
Esta exposição constitui, o primeiro evento do plano de recuperação e remodelação da casa Andresen em pólo de excelência de divulgação da Biodiversidade.
A exposição pode ser visitada (ainda) até 15 de Maio na Casa Andresen, Jardim Botânico do Porto, todos os dias das 10h00 às 18h00. A organização é do CIBIO-UP.

"Nesta exposição, podes encontrar as rãs, salamandras, sapos e tritões de Portugal em diferentes aquaterrários que recriam os seus habitats naturais. As características mais espantosas destes animais ameaçados são exploradas de forma lúdica e interactiva e a participação de alguns dos melhores fotógrafos da natureza portugueses permitirá observar a sua beleza e a diversidade espantosa de cores, formas e comportamentos", explicam os organizadores.


A partir de dia 22 de Maio, «Uma pata na água outra na terra» junta-se às Comemorações do Dia Internacional da Biodiversidade, que o Ciência Hoje assinala no Palácio Sotto Mayor, na Figueira da Foz, onde vai ficar aberta ao público durante três semanas.




Podes ler mais em: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=41379&op=all

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Formiga, Cérebro e o Labirinto são os temas básicos.

A semana passada fui ver a Exposição Peter kogler, patente no MUSEU COLECÇÃO BERARDO - Centro Cultural de Belém - LISBOA, até 31 MAIO 2009
e saí de lá com o entusiasmo de ter descoberto algo novo.

Atraídos pela gigantesca trama que preenche as paredes da sala onde começa a exposição, os visitantes são convidados a entrar num mundo de signos e de ideogramas dominado por uma transformação infinita de imagens e de espaços digitais. Desenhos gerados por computador, dissipam a identidade e a individualidade do ser humano em retratos anónimos compostos por redes. A formiga e o cérebro são dois temas básicos que unem o simbólico ao orgânico. O labirinto como símbolo de uma sociedade operada em rede pelos media é outro tema central que Kogler interliga com o espaço real em projecções de vídeo e murais extremamente variados. Expondo pela primeira vez em Portugal, Peter Kogler cria uma rede de tubos que vem integrar-se no espaço muito desenhado das salas do Museu Colecção Berardo.

Ao entrar na exposição o visitante é, desde logo, confrontado com um enorme desenho em vinil preto que abruptamente preenche as paredes do museu. A sua forma apesar de abstracta não deixa, por isso, de ser inquietante aos olhos do público que nela tenta vislumbrar um sentido. Para quem conhece a obra de Kogler, facilmente se recorda da sua participação na Documenta X, em 1997, onde o artista revestiu o espaço da Documenta-Halle com um papel de parede cujo motivo era um entrelaçado de tubos. Várias foram as referências atribuídas, na altura, a estes tubos, que lidos como signos de modernidade, traziam à memória fábricas de refinaria, Fernand Léger ou a arquitectura do Centre Pompidou. Tal como estes tubos, também os que vemos na exposição do Museu Berardo são de dimensões e espessuras diferentes e formam um emaranhado tubular, cuja trajectória cria uma ambiguidade na percepção e orientação do visitante. No entanto, são transparentes e revelam o seu interior, em rede. Ora, aqui a rede actua, já não como signo de modernidade, mas como a sua actualização numa era que, não estando de costas viradas para o passado, vê a tecnologia analógica substituída pela digital. Passagem esta, aliás, testemunhada pela imagem digital de um mundo desenhado em rede sobre uma superfície monocromática branca, de 2008, e que nos espreita da sala seguinte.

A exposição apresenta uma série de trabalhos da década de 1980, dos quais se destacam uma instalação, de 1984, e um conjunto de cinco pinturas, de 1986. O primeiro é composto por várias pinturas e desenhos a carvão e guache, sobre cartão, de diferentes dimensões, que integrados num todo formam uma grande composição. Nele habitam elementos figurativos e abstractos, como signos de uma linguagem gráfica, que aparecem e reaparecem pontualmente, tal é o exemplo de uma casa, materializada numa escultura de estrutura modular que completa a instalação.

As cinco pinturas de 1986, com cabeças gráficas desfiguradas sobre fundos vermelhos, adquirem também uma singularidade no conjunto da exposição, pois não só correspondem aos primeiros trabalhos do artista gerados por computador, como introduzem uma nova direcção na sua obra, já que daí para a frente o computador tornou-se uma ferramenta imprescindível para Kogler. A complexidade daquelas formas pictóricas alcançadas apenas com o computador contrastam com o resultado final de simplicidade visual.

Todavia, o uso de imagens isoladas impressas não tem continuidade, pelo que, na transição para os anos noventa, a técnica de serigrafia é redireccionada para povoar superfícies com um motivo que se multiplica em série. Este princípio de repetição mecânica é aplicado nos vários papéis de parede que, dada a sua reversibilidade, tanto cobrem as paredes do museu com fortes padrões, como sobre eles são penduradas pinturas. Mas, apesar do seu aparente efeito decorativo, estamos perante trabalhos que comportam uma dimensão reflexiva. Se, por um lado, a imagem de uma formiga ao ser repetida incessantemente se torna um padrão, por outro, funciona como alegoria de um modelo de organização e ordem sociais que reveste outra ordem, isto é, a da arquitectura do espaço expositivo.

A imagem da formiga volta pois a surgir numa outra instalação de 2007 readaptada para este contexto. Trata-se de uma dupla projecção que nos devolve o percurso de várias formigas. Como as paredes têm um revestimento fotosensível e a projecção é em loop, aquele percurso sobrepõe-se a si mesmo podendo apenas ser interrompido pela acção corporal do visitante que, deste modo, é convidado a interagir directamente com o dispositivo.

Uma animação vídeo computadorizada de 2005 encerra a exposição, mas ao contrário da anterior, esta instalação tenta gerar algum incómodo ao projectar ratos gigantes no chão que se vão acumulando e de um modo ameaçador se aproximam dos pés do visitante. Será que este trabalho tenta então repor a ideia de dispositivo como algo de terrífico? Creio que a estratégia de Peter Kogler e que esta exposição também enfatiza é, aliás, outra que recusa o entusiasmo optimista da técnica, mas que encontra também nela uma potencialidade, a devolução ao uso comum da experiência e da acção.



Fotos retiradas de lookconcepts.blogspot.com

Ver artigo escrito por Sofia Nunes em http://www.artecapital.net/criticas.php?critica=234
Para explorar mais, visita o site

terça-feira, 10 de março de 2009

Darwin na Escola


Exposição“Eu Penso ( a história de uma ideia)" na Escola Secundária com 3º ciclo do Entroncamento do dia 9 a 20 de Março.


Está patente desde o dia 9 de Março até ao dia 20, no átrio do Pavilhão A da Escola Secundária com 3º ciclo uma exposição comemorativa do Bicentenário do Nascimento de Charles Darwin.
A exposição“Eu Penso ( a história de uma ideia), que conta com o apoio da Vodafone Portugal, consiste num conjunto de panéis que focam os momentos-chave da vida do naturalista britânico, cronologia detalhada da viagem de Darwin a bordo do HMS Beagle e finalmente a Teoria da Evolução das Espécies.
Charles Darwin foi um dos maiores vultos de todos os tempos, tendo contribuído para uma grande mudança não só do pensamento científico como também a nível das mentalidades da época. O trabalho de Darwin (1809-1882) mudou de forma permanente a relação do Homem na sociedade e com o Mundo e influenciou profundamente todos os campos da acção humana.


Para saberes mais sobre quem foi Darwin...não deixes de passar pelo pavilhão A e visitar o roteiro pedagógico.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A Espectacular Exposição de Darwin na Gulbenkian


A exposição de Darwin na Gulbenkian inaugurada ontem (12.2.2009) no 200º aniversário do nascimento de Charles R. Darwin está espectacular.
A inauguração estava cheia de gente: centenas de pessoas acotovelaram-se para entrar na exposição. O elenco de visitantes parecia uma reunião de evolucionistas de Portugal pois estavam lá todos os "cérebros" da nossa praça: todos aqueles"clássicos" professores universitários, autores de livros de evolução, biólogos evolucionistas, jovens e menos jovens investigadores, etc. Foi com grande agrado que vi o entusiasmo à volta desta festa da evolução.

Parabéns aos organizadores! Fiquei fascinada.

Não percam esta exposição. Seria uma pena.

A exposição tem uma forte vertente pedagógica dirigida às escolas. Será "provavelmente a melhor exposição sobre Darwin em toda a Península Ibérica", como afirmou o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago.


A exposição apresenta detalhadamente a vida e obra do célebre naturalista, com referências aos seus antecedentes histórico-científicos e os desenvolvimentos da sua teoria da evolução até à actualidade, ocupa mil metros quadrados e tem, pelo menos, três peças que se destacam aos olhos do visitante. Uma é a reconstituição da sua figura em tamanho natural, enquanto jovem a observar um escaravelho na mão esquerda (foto tirada ontem na exposição), feita a partir de registos fotográficos. Foi expressamente encomendada para a exposição à equipa de Elisabeth Daynès, já responsável por algumas das reconstituições antropomórficas mais famosas do mundo, como a de Tutankhamon e de antepassados dos hominídeos.


Réplica do HMS Beagle

Outro destaque que "enche de orgulho" José Feijó comissário científico da exposição, é uma réplica - feita nas Oficinas do Museu de Marinha - do Beagle, o navio em que Darwin embarcou para a sua viagem de exploração do Atlântico Sul (1831-1836), então com apenas 22 anos. Além desta réplica, que demorou dois anos a fazer e que José Feijó considera a melhor alguma vez construída para um museu, há também uma reconstrução da exígua cabine que Darwin ocupava, feita igualmente nas Oficinas do Museu de Marinha.

Outra peça espectacular, patente nos espaços dedicados ao século XX, que vão da redescoberta das leis de Mendel à síntese neo-darwinista dos anos 30 e 40 e à descoberta do código genético, é uma escada de ADN com 3,6 metros de altura desenhada pelo arquitecto britânico Geoffrey Packer.A escada vai até ao tecto da galeria e tem a particularidade, também em estreia mundial, de ter um escorrega de RNA que poderá ser usado pelos visitantes. "Basicamente, as pessoas sobem a escada pelo código genético e escorregam pela tradução genética", explicou.


Exposição interactiva

O Jardim Zoológico, em colaboração com a Gulbenkian colocou animais vivos numa galeria anexa ao recinto da exposição construída expressamente para o efeito do lado do jardim da Gulbenkian. Entre esses animais, de espécies que Darwin observou, estão tartarugas, iguanas e papagaios, entre outros. Os visitantes poderão ver filmes sobre Darwin e a selecção natural, usar computadores e testemunhar experiências com minhocas, orquídeas e trepadeiras a que Darwin se dedicou. Além de peças enviadas por museus internacionais, a exposição conta com espólios do Museu Nacional de História Natural, do Aquário Vasco da Gama, do Museu Geológico, dos Museus Zoológico e Antropológico de Coimbra e do Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa. A seguir a Lisboa, a exposição será apresentada em Madrid, no Museu Nacional de Ciências Naturais, a partir de 01 Junho e até Janeiro de 2010, devendo depois continuar a circular até 2011, altura em que passará a constituir o núcleo de um futuro Museu da Ciência a construir em Oeiras.
imagem retirada de lusodinos.blogspot.com/

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A Evolução de Darwin

Inaugura-se hoje a exposição "A Evolução de Darwin". A inauguração terá lugar na galeria de exposições temporárias da Fundação Calouste Gulbenkian (piso 0) pelas 19 horas.
A exposição permanecerá entre 13 de Fevereiro a 24 de Maio de 2009
Av. de Berna, 45-A Lisboa
Terça-feira a domingo das 10.00h às 18.00h
Mais Informações:http://www.gulbenkian.pt/darwin/home.html

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

"Um Planeta, Um Oceano"

Nova exposição do Oceanário de Lisboa

O Oceanário de Lisboa tem uma nova razão para ser visitado
.

Defender os oceanos e o planeta, um reforço de mensagem

O Oceanário de Lisboa tem a partir de quinta-feira, dia 4, um novo espaço que, de forma interactiva, explica a mensagem do museu vivo onde se cruzam quatro oceanos e a sua relação com os habitantes do planeta.

Compreender que os oceanos estão interligados e que as acções de cada um de nós têm impacto em todo o planeta, é o objectivo do novo espaço “Um Planeta, Um Oceano.” Numa viagem tão rápida quanto intensa pelos oceanos e pelo planeta percebemos que o oceano nos liga a todos tornando comuns os nossos objectivos e responsabilidades face à natureza.

A exposição possibilita um passeio “dentro” do oceano, através de uma área circular onde se observa a linha de costa e diversos pontos do globo. Através desta metáfora os povos de todo o mundo estão ligados por um só mar, sem distâncias nem fronteiras. Esta experiência mostra que a conservação dos oceanos é um dever da humanidade.

Pequenas caixas interactivas permitem saber como pescar de forma sustentável, descobrindo que Portugal consome cerca de 65 a 70 mil toneladas de bacalhau por ano e que 75 por cento dos stocks de peixe em mundo estão sobre-explorados. Os visitantes podem também tocar em pele de tubarão, observar as suas mandíbulas e até tocar num recife de coral morto.

A exposição também disponibiliza conselhos “salva-vidas”. Salvar vidas será fácil se todos adoptarmos pequenas mudanças no dia-a-dia. Aqui as dicas e conteúdos, baseados em dados científicos, sensibilizam para a importância do colectivo na mudança do Planeta.

Assistir ao vídeo “Pale Blue Dot”, com locução do cientista e astrónomo Carl Sagan é uma experiência que não deixará ninguém indiferente. Este vídeo transmite uma perspectiva dramática e emocional do planeta e a responsabilidade que nos cabe a todos perante a sua preservação e conservação.

Com o tema «Um Planeta, Um Oceano», a exposição facilita a compreensão da mensagem total do Oceanário, fazendo com que os visitantes vejam o aquário de uma perspectiva mais atractiva, interessante, perceptível e divertida.

A mostra pretende contribuir para uma mudança de comportamentos no dia-a-dia que ajudem o planeta e os oceanos.

Usar mais os transportes públicos, alterar a forma como se consome água, reciclar equipamentos e tratar convenientemente o lixo são gestos simples que podem fazer a diferença.

«A esperança é que depois de ver esta exposição cada um de nós sinta a necessidade de alterar pequenos detalhes na nossa vida»( palavras de João Falcato, administrador do recinto da exposição).

Notícia retirada de:http://www.oceanario.pt/

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

ESPAÇO : A ÚLTIMA FRONTEIRA


Sê astronauta por um dia. Desafia os teus professores e colegas e descobre os desafios que a "Última Fronteira" tem reservado para ti.


Nesta exposição interactiva vais : poder andar na Lua, sentares-te aos comandos de um vaivém espacial e procederes à sua aterragem; perceber como a gravidade afecta o crescimento dos seres vivos; aprender a distinção entre peso e massa; ouvir as comunicações que os astronautas recebem da sala de controlo da NASA quando estão em missão; assistir à exibição de vídeos sobre a conquista espacial; manobrar remotamente uma réplica do veículo explorador Mars Rover à semelhança do que faz a NASA a partir da terra; e ainda ver um imponente modelo à escala 1:10 da EstaçãoEspacial Internacional, produzido pela Agência Espacial Europeia (ESA).

De 27 de Setembro de 2008 a 30 de Agosto de 2009 no Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva podes visitar Espaço: a última fronteira e seguir os pequenos passos para o Homem que se têm vindo a revelar saltos gigantes para a Humanidade.
Descrição detalhada de todos os módulos da exposição estará disponível em http://www.pavconhecimento.pt/

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

As Cores da Água

AS CORES DA ÁGUA


A disponibilidade da água em boas condições para todos os habitantes do planeta é um dos grandes desafios que se coloca hoje ao homem. Este ano este tema tem sido muito comentado: a seca, a Expo da água de Saragoça…
Uma exposição organizada por la Obra Social de Caja Madrid, "Los colores del agua". estará em Madrid até 29 de Outubro (no Museu de Ciências Naturais). A exposição em formato virtual pode ser vista através da internet, entrando nesta página. Os temas são apresentados de uma forma muito didáctica, e na sua página podes encontrar conteúdos complementares: vídeos, jogos...

"Esta mostra pretende dar a conhecer uma grande parte de as funções e serviços que a água nos presta.E fá-lo de uma maneira muito original e simples, dando nome, cor e identidade própria às diferentes águas: a água azul que circula, a verde que forma parte dos solos, vegetação e animais. A exposição põe um ênfase especial nas águas que mais nos afectam hoje, a cinzenta e a negra, as águas contaminadas pelas nossas actividades nos grandes centros urbanos.
A viagem através das cores da água terminará na água transparente, porque o mais importante é que todos sem excepção tomem consciência do quanto é necessário entre outras muitas coisas, sensibilizar e informar para o problema actual da água e assumir responsabilidades, para podermos garantir o desenvolvimento sustentável no futuro.
Não deixes de visitar a exposição em formato digital. Vais gostar!
Fonte da notícia: http://www.orbitaverde.com/