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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Para descobrir ..."Eu e o meu corpo"

Viagem de descoberta por vários órgãos e, sobretudo, células do corpo humano. Faz a ligação entre as diferenças entre os órgãos e as diferenças entre as células que os constituem: temos órgãos diferentes porque as células que os constituem são diferentes também, em aspecto e em função. Inclui também uma secção que explica como é que os cientistas sabem tanto sobre as células, introduzindo alguns dos métodos utilizados: cultura de células, microscopia e estudo de animais para se compreender os humanos.



O vídeo de animação «Eu e o meu Corpo», produzido pelo Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) em Lisboa, arrecadou o primeiro lugar na categoria de Material Didáctico de Ciências do concurso internacional ‘Ciencia en Acción’, edição de 2011. O projecto, financiado pela Casa das Ciências com o apoio técnico da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), foi realizado por Ana Godinho, Catarina Júlio e Ana Mena, membros da equipa de comunicação do IGC, em colaboração com Diana Marques (ilustradora), Cláudio Silva (FCCN) e Alexandre Gil (estudante do 7º ano).

sexta-feira, 23 de abril de 2010

I Want...

Ontem celebrou-se o dia da Terra.
Mas o nosso planeta não precisa que lhe dediquem um só dia ...precisa de todos os dias.
Vamos dar uma mão à nossa terra. Encontrei este vídeo muito interessante no youtube colocado por http://www.greenpeace.org/international/getinvolved/give-earth-a-hand . Penso que a mensagem é clara - todos juntos ainda podemos fazer algo por ela... e por nós.



Podes ver o vídeo no youtube

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Parar a Perda de Biodiversidade... está na hora...


2010 - é o Ano Internacional da Biodiversidade

"A ONU declarou o ano de 2010 como o Ano Internacional para a Biodiversidade. Esta acção visa mobilizar todos os países e cidadãos, em particular, para a tomada de consciência no que diz respeito à preservação da biodiversidade e chamar a atenção para a extinção de algumas espécies.

Considerando que a biodiversidade desempenha um papel importante na defesa da vida e dos diferentes ecossistemas, o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida é necessário consciencializar todos para a preservação da diversidade."(em http://ambientesgeograficos.blogspot.com/search/label/planeta%20Terra)

"Parar a perda de biodiversidade é uma absoluta prioridade para a União Europeia e um objectivo essencial para a Humanidade" como disse Stavros Dimas, comissário Europeu do Ambiente
A biodiversidade engloba a variedade de genes, espécies e ecossistemas que constituem a vida no planeta. Assiste-se a uma perda constante deste conjunto, com extinções e destruições com profundas consequências para o mundo natural e o bem-estar humano.

As principais causas são as alterações nos habitats naturais, resultantes dos sistemas intensivos de produção agrícola, da construção, da exploração de pedreiras, da sobrexploração das florestas, oceanos, rios, lagos e solos, da introdução de espécies alóctones invasivas, da poluição e, cada vez mais, das alterações climáticas globais.
Vamos reflectir sobre o que podemos fazer para preservar a biodiversidade. Dá uma espreitadela no vídeo e pensa no que também podes fazer.


Peace On Earth/Walk On

Neste novo ano que se inicia desejo a todos os humanos deste planeta muita paz,esperança e força para trabalhar por um mundo melhor




sábado, 11 de julho de 2009

"Sardine Run"- Adrenalina no limite

O Sardine run vai começar de novo este ano e a adrenalina vai subir




Esta imagem caracteriza bem a cena de batalha que se passa debaixo das águas da costa africana. Transmite bem a sensação do pandemónio e do caos que ali se passa.
Que sorte a desta ave, já apanhou uma sardinha. Mas há muitas, muitas mais...são aos milhões
Fotos do Sardine run de 2008, retiradas de Flickr.com

O FENÓMENO "SARDINE RUN"

Quando pensamos em África, algumas imagens vêm imediatamente à cabeça da maioria: leões e girafas em safaris, pessoas passando fome (infelizmente), desertos a perder de vista, entre outras. Raros são aqueles que se lembram que a África é banhada por 2 oceanos (Atlântico e Índico) e 2 mares (Mediterrâneo e Vermelho), o que lhe proporciona uma costa extensa, com vários pontos de mergulho nota 10.

Mas não é dos melhores locais de mergulho desta costa que quero falar mas sim de um "evento" - diga-se de passagem, o maior evento marinho natural do planeta: o "Sardine Run".

Cardumes com milhões de sardinhas têm esta semana dado às praias sul-africanas da costa sul da província do Kwazulu-Natal, repetindo um ritual que todos os anos anima aquela costa.

A "Corrida das Sardinhas" (Sardine Run, no original), designação dada localmente ao evento, é um fenómeno que tem lugar todos os anos entre fins de Maio e início de Julho. Um cardume de milhões de sardinhas (Sardinops sagax) aparece na costa de Kwazulu-Natal, na África do Sul (do lado Índico), entre Durban e Port Edward. Este cardume fica a cerca de 1 km da costa, tem em média 7 quilómetros de extensão e pode chegar a 30 metros de profundidade. Uma verdadeira muralha de sardinhas, cuja migração para a costa sul-africana foi oportunamente apelidada pelos moradores locais de "o maior cardume da Terra".

O grande cardume se subdivide em cardumes menores, mas a mancha escura que indica a movimentação de tal agregação pode ser vista por medições térmicas, via satélite. Pouco se sabe sobre o mecanismo exacto do porquê de elas se juntarem ali daquela forma ou de onde as sardinhas vêm, mas sabe-se que é necessário que, uma corrente de água fria venha do sul, do Cape Agulhas Bank, e chegue até ali com uma temperatura da água não maior que 21ºC - há anos em que a água não arrefece e o fenómeno simplesmente não acontece. Afinal, sardinhas são peixes de águas frias, não subiriam uma costa quente como a do leste da África se condições especiais não diminuíssem a temperatura da água. Especulava-se que a presença das algas que vêm junto com a corrente fria fosse um motivo provável das sardinhas aparecerem, mas um estudo de mais de 20 anos mostrou que não havia correlação entre a concentração de clorofila-a e a distribuição das sardinhas. Um grupo da Universidade de Kwazulu-Natal tem se dedicado ao estudo do fenómeno, levantando dados oceanográficos na tentativa de entender melhor a dinâmica do Sardine Run. Quem sabe um dia até prever ao certo a data e o local onde elas aparecerão.

O "Sardine Run", é um espectáculo impressionante, diz quem já assistiu. Eu nunca fui à África, e sonho em assistir de perto ao Sardine Run, porque deve ser uma experiência ímpar. Todas as fotos que já vi sobre o evento são fantásticas. As sardinhas, para se protegerem dos inúmeros predadores que aparecem para aquele manjar frenético, formam os chamados "baitballs" (bolas de isca), e se movimentam freneticamente fugindo dos ataques dos predadores. Que são vários: tubarões, golfinhos, baleias, pássaros, peixes-espada, mola-molas, focas e quem mais estiver por ali a fim de se alimentar de sardinhas. É ataque por todos os lados, uma verdadeira guerra subaquática onde os predadores se unem e o alvo comum são as sardinhas. Quem em geral as traz "para cima", são golfinhos que "forçam" aos poucos as sardinhas a nadarem cada vez mais próximas da superfície. Uma vez que, elas cheguem a profundidades menores, o festim da alimentação começa. Ali, a costa do Índico da África do Sul (algumas vezes chega até Moçambique) passa a ter durante o "Sardine Run" a maior agregação de grandes predadores imaginável - ou seja, é o melhor estúdio fotográfico submerso que pode haver no planeta.

Entretanto, o mergulho no "Sardine Run" é para poucos. Primeiro, porque é muito caro. Segundo, porque se tem que esperar o momento certo, ou seja, na prática pode chegar em Durban em Maio e só sair de lá em Julho, porque as sardinhas resolveram aparecer mais tarde. Ou o inverso, se planear para Junho e elas vierem em Maio. Você está a mercê da natureza. Consequentemente, é necessário ter tempo para este tipo de "espectáculo ao natural". Terceiro, porque o mergulho é em mar aberto, com correntes fortes, o que é complicado para a maioria dos mergulhadores amadores, ou seja, este desporto é só para os expert em mergulho avançado. Quarto e mais importante, o óbvio: é se jogado no meio de uma "bola" de sardinhas que vão ser comidas por inúmeros animais maiores vindos por todos os lados, inclusive de fora da água. A probabilidade de se ser maltratado no meio desse frenesim é grande, e como as sardinhas fazem uma espécie de parede escura, a visibilidade não é das melhores. De repente pode-se dar de cara com um tubarão ou foca de boca aberta, pronto para uma mordidela no baitball. Ou seja, a hipótese de se ser confundido com comida é elevada. Adrenalina a 1000 é pouco para descrever a "brincadeira".
Mas, mesmo com todas estas dificuldades, os relatos que já li/ouvi de diferentes pessoas sobre a experiência de mergulhar e/ou assistir ao Sardine Run são fascinantes. É uma das milhares de peculiaridades biológicas da África que eu gostaria de um dia (quem sabe...) vivenciar. De preferência debaixo d'água.

A chegada dos cardumes é acompanhada de milhares de gaivotas que sobrevoam os cardumes e de golfinhos que gozam do festim enquanto ensaiam graciosos saltos e piruetas a poucos metros das praias. Os cardumes que chegam às praias são capturados por milhares de populares e turistas que, com o auxílio de redes e baldes e até mesmo à mão em grandes quantidades no espaço de algumas horas.

O "Sardine Run" levou as autoridades turísticas da região a promoverem anualmente o Festival da Sardinha, que decorre entre meados de Junho e finais de Julho e que inclui desportos náuticos, concertos de música, festivais gastronómicos, acrobacias aéreas, mergulho em áreas determinadas para observação dos cardumes de sardinhas e outras espécies e muitas outras actividades.

É MESMO UMA FESTA EM GRANDE.
Esta semana, os cardumes, que estão a ser monitorizados há vários dias ao longo da costa por aviões ultra-ligeiros alugados pela Junta de Turismo da Costa Sul e organizações marítimas oficiais, deram à costa na zona de Port Edward por duas vezes e continuam a movimentar-se mais ao largo, o que sugere que deverão dar às praias nos próximos dias.

Um dos eventos relacionados com o Festival da Sardinha é o Festival de Gastronomia e de Vinhos dos Marinheiros Portugueses, que decorrerá a 18 e 19 do corrente em Poet Edward.
Este festival, no qual se envolve a comunidade portuguesa da província, contará com iguarias da cozinha tradicional portuguesa, muitos mariscos, provas de vinho e ranchos folclóricos portugueses e zulus.
Em 2008, no mesmo festival, foi batido o recorde do Guiness da maior quantidade de marisco cozinhado e consumido num só dia e que era detido pela Junta de Turismo do Kuwait: 1.739 quilos de marisco foram consumidos por 7.200 visitantes.
Podes acompanhar o impressionante "Sardine Run" no vídeo







Fonte da notícia: DNCIÊNCIA e

http://www.interney.net/blogs/malla/?cat=1081

segunda-feira, 29 de junho de 2009

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A vida de uma estrela

A VIDA DE UMA ESTRELA

Podes vizualizar e acompanhar 12 biliões de anos em seis minutos. Há coisas fantásticas, nao há?
O Vídeo revela os principais acontecimentos do ciclo de vida de uma estrela do tipo G, uma estrela como o nosso Sol.




Música: Hayling by FC Kahuna, vozes Hafdís Huld.

Aprecia o "Espectáculo".

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

ANIMALS SAVE THE PLANET

ANIMALS SAVE THE PLANET
Série de vídeos muito divertidos e com mensagens muito sérias.



Para ver, rir e aprender... clica aqui: ANIMALS-SAVE-THE-PLANET

Alguns vídeos estão muito bem conseguidos.

Os que gostei mais:

O polvo apaixonado; O pinguim ciclista; O hipopótamo cantador;

Divirtam-se como eu. Brincar faz bem. Mas não esqueçam que não devemos "brincar com a VIDA". A VIDA É DEMASIADO IMPORTANTE. TEMOS A OBRIGAÇÃO DE PROTEGÊ-LA E AMA-LA

sábado, 15 de novembro de 2008

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

"A história das coisas"

Desde a sua extracção até à venda, uso e deposição, todas as coisas que compramos e usamos na nossa vida afectam as sociedade no nosso país e noutros países, mas a maioria disto é propositadamente escondido dos nossos olhos pelas empresas e políticos. A História das Coisas é um documentário de 20 minutos, rápido e repleto de factos que olha para o interior dos padrões do nosso sistema de extracção, produção, consumo e lixo. A História das Coisas expõe as conexões entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando que estamos a destruir o mundo e a auto-destruirmo-nos, e assim apela-nos a criar um mundo mais sustentável e justo para todos e para o planeta Terra. Este documentário vai-nos ensinar algo e acabará por mudar para sempre a maneira como olhamos para todas as coisas que existem na nossa vida.

Uma nova perspectiva sobre o ambiente, a sociedade e o consumo. Um filme que irá mudar para sempre a forma como as pessoas vêm o consumo e os produtos. Este documentário é um alerta importante para todos os consumidores.


Um excelente documentário a não perder.




Fonte : www.infonature.org.