sexta-feira, 3 de abril de 2009

"Volta ao Mundo em 80 Telescópios"

Durante 24 horas, milhões de olhos vão seguir os melhores astrónomos do mundo. Que procuram eles, afinal, no Universo? Os melhores astrónomos do planeta vão ser observados em directo durante 24 horas por todos os cantos da Terra. Os observatórios mais avançados do mundo, do Pólo Sul ao espaço, vão reunir-se para uma espécie de "Big Brother" astronómico. A iniciativa "Volta ao Mundo em 80 Telescópios", do Ano Internacional da Astronomia (AIA 2009), arranca às 10 horas do dia 3 de Abril.
Poster das "100 Horas de Astronomia"Crédito: AIA2009

O que procuram os melhores astrónomos do mundo em locais tão diferentes como o Pólo Sul ou o Canadá?
O que investiga no espaço a primeira missão da NASA encarregue de encontrar planetas habitáveis (Keppler Mission)?
O que busca no Universo o célebre telescópio Hubble?

Através da Internet (site: http://www.ustream.tv/channel/100-hours-of-astronomy), qualquer pessoa poderá espreitar em tempo real o nascer de nova ciência. Na "Volta ao Mundo em 80 Telescópios" participam observatórios dos Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Alemanha, Japão, Espanha, Chile, Países Baixos, Itália, França, Reino Unido, Índia, África do Sul, China, Porto Rico e Canadá. Serão ainda transmitidas imagens de um centro da Antárctica e de pontos de observação espaciais da Agência Espacial Europeia e da NASA.
Os curiosos terão ainda oportunidade de questionar os maiores especialistas do mundo, através do envio de mensagens electrónicas. A "Volta ao Mundo em 80 Telescópios" é uma das 1500 iniciativas da maior acção de divulgação científica de sempre, as "100 Horas de Astronomia", que decorrem de dia 2 a 5 de Abril. O objectivo é simples: fazer com que, pelo mundo inteiro e ininterruptamente durante 100 horas, as pessoas possam observar o Universo através de um telescópio, assistir a uma palestra sobre um tema de Astronomia, ver uma sessão de planetário ou descobrir na Internet como trabalham os investigadores. Com eventos organizados de Norte a Sul do país, Portugal figura entre os países mais dinâmicos da Europa.



Para mais informações, os interessados poderão aceder ao site http://www.100hoursofastronomy.org/.

Na página http://www.ustream.tv/channel/100-hours-of-astronomy, podes acompanhar ao vivo a emissão das 100 horas de Astronomia.
Fonte da notícia: Astronomia On -line

Com os olhos postos no Céu -"100 Horas de Astronomia"


"100 horas de Astronomia". Este é o título do evento mais mediático, até ao momento, do Ano Internacional da Astronomia 2009 (AIA2009). E já começou... ontem dia 2 e prolonga-se até Domingo dia 5.
A maratona astronómica, nunca antes realizada, está a acontecer em Portugal e por todo o mundo. A organização nacional do Ano Internacional da Astronomia 2009 (AIA2009) convida os portugueses a fazer parte desse projecto recorde, ao deslocar-se até um dos pontos de actividades para espreitar através dum telescópio e descobrir a beleza do céu.
No Centro Ciência Viva do Algarve, no dia 3 de Abril, há observação do Sol e à noite, entre as 21:30 e as 23:30, observação astronómica nocturna.

O NUCLIO, como não podia deixar de ser, também se associou ao evento promovendo uma série de actividades nos dias 3, 4 e 5 de Abril, no Centro de Interpretação Ambiental da Ponta do Sal, em S. Pedro do Estoril. São 3 dias em que as pessoas poderão participar em algumas das actividades regulares do NUCLIO, como a "Astronomia em Crescente" (dia 4) ou o "Domingo Divertido" (dia 5), e algumas outras que fazem parte da sua programação própria para o AIA2009, como o "E agora Eu sou Galileu" (dias 3 e 4). Pode consultar a programação completa para as "100 horas de Astronomia", em:
http://www.nuclio.pt/projectos/000079.html
E já agora dê também uma vista de olhos pelas páginas dos projectos específicos..."Astronomia em Crescente" - http://www.nuclio.pt/projectos/000077.html
"E agora Eu sou Galileu" - http://www.nuclio.pt/projectos/000078.html

Mas estas "100 horas" são um esforço mundial. Se não pode estar com o NUCLIO em S. Pedro do Estoril, procure uma outra iniciativa perto de si. Veja as páginas da coordenação nacional deste projecto em:
http://www.astro.up.pt/caup/eventos/aia2009/100horas/index.php
Se se encontra num outro ponto do globo, consulte a página internacional em:
O Ano Internacional de Astronomia é organizado em Portugal pela Sociedade Portuguesa de Astronomia, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), da Fundação Calouste Gulbenkian, o Ciência Viva e a European Astronomical Society (EAS).
Links:
Ano Internacional da Astronomia:)
AIA 2009 (Página UNESCO/IAU)
Informações recebidas do NUCLIO e do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve.

Descoberta colónia clonal gigantesca de amibas no Texas

Uma vasta população de amibas clonais foi encontrada no lodo de um pasto de vacas perto de Houston, numa área com cerca de 12 metros de extensão.

Colónia gigante de amibas - Foto de Owen Gilbert/Rice University


O Texas (Estados Unidos) pode vangloriar-se de uma notícia insólita: abriga a maior colónia mundial de amibas clonais.

Os cientistas localizaram esse vasto e pegajoso império, com cerca de 12m de extensão, constituido por milhões de indivíduos unicelulares geneticamente idênticos, palpitando de vida no lodo de um pasto de vacas perto de Houston.

"Foi um acontecimento muito inesperado", disse Owen Gilbert, aluno de pós-graduação da Universidade Rice e autor do estudo publicado pela revista Molecular Ecology na sua edição de Março. "Nunca tínhamos visto nada parecido".

Os cientistas dizem que a descoberta representa mais do que uma simples curiosidade, porque a colónia é formada por amibas ditas sociais. Ainda que o termo "amiba social" possa parecer contraditório, as amibas sociais são capazes de se reunir em grupos organizados e de apresentar comportamentos de cooperação ; algumas delas chegam a cometer suicídio para ajudar na reprodução das outras.

A descoberta de uma colónia tão grande de amibas geneticamente idênticas oferece novas percepções sobre como essa cooperação e sociabilidade podem ter evoluído, e pode ajudar a explicar a razão dos micróbios exibirem comportamento social pronunciado num número de ocasiões mais elevado do que aquele que a ciência costumava prever.

"A descoberta tem um interesse científico bastante significativo", disse Kevin Foster, Biólogo evolutivo da Universidade Harvard, que não participou do estudo. Ainda que pareça improvável que amibas coordenem interacções mútuas a distâncias maiores que as microscópicas, a descoberta de uma colónia clonal de proporções tão gigantescas, "suscita a possibilidade de que as células possam evoluir de maneira a organizar-se em escala espacial muito mais ampla" referiu o cientista.

O conceito de uma colónia de amibas gigante pode conjecturar lembranças do filme "A Bolha Assassina", clássico da ficção científica de 1958, se bem que as amibas sociais em questão, espécie conhecida como Dictyostelium discoideum, actuam de maneira muito mais subtil. Microscópicas e ocultas na terra, as amibas teriam passado despercebidas a qualquer observador do pasto.

Joan Strassmann, co-autora do estudo com Gilbert e David Queller, outro Biólogo evolutivo da Universidade Rice, disse que ela e uma equipe de alunos de graduação procuraram exemplares da espécie usando palhinhas de refrigerante espetadas na terra e no esterco das vacas, a fim de extrair material onde as amibas supostamente se encontrariam. No laboratório, eles estudaram as amostras. Estudos de ADN demonstraram que grande número das amibas recolhidas do pasto eram geneticamente idênticas.

Bernard Crespi, Biólogo evolutivo da Universidade Simon Fraser, no Canadá, salientou que o estudo era o primeiro a demonstrar claramente "a intima inter-relação" existente entre os micróbios sociais, uma população de indivíduos geneticamente idênticos. Uma colónia com as características apresentadas oferece condições ideais para fomentar a evolução de comportamentos como a cooperação, porque quanto mais semelhantes forem dois organismos, em termos genéticos, mais a selecção natural favorecerá que se auxiliem mutuamente.

A Dictyostelium, por exemplo, é capaz de feitos notáveis de cooperação, e demonstra exemplos de altruísmo suicida, um comportamento sob o qual amibas individuais se unem para formar um único corpo, com algumas delas sacrificadas a fim de permitir a reprodução mais efectiva de amibas em outras porções desse corpo.

Os cientistas afirmam que se forem encontradas colónias clonais também de outras espécies, isso poderia ajudar a explicar os exemplos generalizados de comportamento social encontrados entre os micróbios. Mas ainda não é claro qual a condição que precipita o florescimento dos clones. Os cientistas referem que encontrar as amibas reproduzindo-se em massa em campo aberto é bastante estranho, porque elas tendem a preferir o solo de floresta.

É possível que as vacas tenham estimulado o crescimento da colónia ao espalhar as amibas pelo lodo, diz John Bonner, Professor emérito de ecologia e biologia evolutiva na Universidade de Princeton. Mas embora uma colónia de dois milhões de amibas possa parecer impressionante (ou até ameaçadora), na verdade ela mostrou-se surpreendentemente frágil.

"Após uma semana , choveu bastante e a colónia basicamente desapareceu", disse Gilbert. Aparentemente, é essa a natureza fugaz dos grandes fenómenos amebianos, porque a colónia clonal do Texas não é a primeira a desaparecer inexplicavelmente.

Fonte da notícia: The New York Times

Artigo publicado por CAROL KAESUK YOON a 23 de Março de 2009

sábado, 28 de março de 2009

HojeÉ...Hora do Planeta 2009

60 Minutos às escuras, pelo PLANETA.


imagem retirada daqui

"A Hora do Planeta" é uma iniciativa levada a cabo por WWF que já conseguiu que 82 Países e mais de 2.400 cidades se tenham comprometido a apagar as luzes dos seus edíficios mais emblemáticos, hoje, dia 28 de Março pelas 20:30 até às 21:30 horas.
Este "apagão" iniciar-se-á na Nova Zelândia e terminará na costa oeste dos Estados Unidos. A Sagrada Família em Barcelona, o Museu Guggenheim em Bilbao, o Palácio Real em Madrid, a Torre Eiffel, o Cristo Redentor, o Times Square, a Sede Central da ONU, as Pirâmides de Gisé são exemplos de monumentos que se uniram a este grande movimento em todo o mundo.


De que se trata?

É algo tão simples como desligar o interruptor.

Para conscientizar a população sobre a importância da adopção de novos hábitos e mobilizar a sociedade no combate ao aquecimento global, a Rede WWF lançou o movimento Hora do Planeta, conhecido internacionalmente como Earth Hour. Trata-se de um gesto simbólico que envolve governos, empresas e a população em geral.
O que começou como um movimento quase espontâneo que pretendia incentivar os habitantes de Sidney a apagar as suas luzes e despertarem para os problemas ambientais, cresceu e tornou-se numa das maiores iniciativas mundiais de luta contra as alterações climáticas.

Em 2009, às 20H30 de 28 de Março, pessoas em todo o mundo são desafiadas a apagarem as suas luzes por uma hora – a Hora do Planeta.

Pretende-se este ano que mil milhões de pessoas, em mais de 1000 cidades, se unam em torno deste movimento e com este gesto simbólico mostrem que é possível tomar medidas contra o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, na cidade australiana de Sidney.

Nessa altura 2,2 milhões de habitações e empresas desligaram as suas luzes por uma hora. Apenas um ano mais tarde é que este evento se transformou no movimento global para a sustentabilidade que é hoje, com a participação de cerca de 100 milhões de pessoas e abrangendo 35 países.

Desde então, marcos emblemáticos mundiais, tais como a ponte Golden Gate, em São Francisco (EUA), o Coliseu de Roma, em Itália, e o painel publicitário da Coca-Cola em Times Square (Nova Iorque, EUA), ficaram às escuras, como símbolos de esperança por uma causa que se torna mais urgente a cada hora que passa.

A Hora do Planeta 2009 é um apelo global de acção a todos os cidadãos, todas as empresas e todos os Governos.
O gesto de apagar as luzes foi escolhido como símbolo do movimento global porque na maior parte dos países a produção de energia elétrica gera grande quantidade de gases de efeito estufa que causam as mudanças climáticas
É um apelo para marcar presença, assumir responsabilidade e envolver-se num esforço conjunto para um futuro sustentável.

Edifícios e marcos simbólicos, desde a Europa até às Américas, vão permanecer às escuras durante uma hora, no dia 28 de Março.

Em várias cidades do mundo, as pessoas vão apagar as luzes e unir-se para criar uma acção vital que se pretende que desencadeie a discussão sobre o futuro do nosso precioso planeta.

Mais de 70 países vão participar na Hora do Planeta 2009.

Este número cresce diariamente à medida que as pessoas começam a entender este movimento como um acto tão simples que pode gerar tão profundamente a mudança.
Em Lisboa vão ficar às escuras o Cristo-Rei, a Ponte 25 de Abril, o Palácio de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, o Castelo de São Jorge, os Paços do Concelho, o Museu da Electricidade e o Centro Cultural de Belém (neste caso, durante apenas 15 minutos).
Nos Jardins da Torre de Belém, entre as 20h30 e às 21h30, o músico André Sardet actua num concerto acústico, aberto ao público e gratuito, pela "Hora do Planeta"
Em Tomar, serão o Convento de Cristo, a Ponte do Flecheiro, a Igreja de N.S. da Conceição e o edifício da câmara municipal. Em Águeda, para além dos Paços do Concelho, o apagar das luzes estende-se às piscinas municipais, ao Mercado e ao Fórum Municipal da Juventude.
Em Coimbra, destaca-se a torre da Universidade. Em Vila Nova de Famalicão, o Mosteiro de Lamdim, a Casa das Artes, o Museu Bernardino Machado e a Casa de Camilo.

A Hora do Planeta é uma mensagem de esperança e uma mensagem de acção.

Cada um de nós pode fazer a diferença!

Às 20:30 do dia 28 de Março de 2009 não se esqueça, apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento global.





Registe-se em http://www.earthhour.org/portugal e junte-se ao movimento HORA DO PLANETA.
Fonte da notícia:

Mais espécies novas para a ciência: Aranhas, sapos e lagartixas na Papua Nova Guiné

Conservation Internacional regista mais de 600 espécies na Papua Nova Guiné
Equipa admite que mais de 50 sejam novas para a ciência.

O Nyctimystes © Steve Richards- imagem retirada daqui

Serão 56 as novas espécies encontradas no âmbito do Rapid Assessment Program que a Conservation International liderou nos montes de Kaijende e da floresta de Hewa, na Papua Nova Guiné em pleno Oceano Pacífico. A lista está disponível no site da associação ambiental. A expedição foi realizada entre Julho e Agosto de 2008. Participaram da expedição cientistas locais, da Conservation International e das universidades de British Columbia, Canadá, e Montclair State, EUA, além de locais.

Ao todo foram registadas mais de 600 espécies durante a expedição. Desse total, 50 aranhas, duas plantas, dois sapos, uma rã e uma lagartixa são provavelmente novas para a ciência, revela o site brasileiro da Conservation Internacional.

“As montanhas Kaijende e os vales circundantes são umas das maiores áreas selvagens e intocavéis da Papua-Nova Guiné sendo habitadas por clãs tribais locais. Essas florestas são essenciais para o estilo de vida tradicional desses povos”, afirma o responsável da expedição, Steve Richards, no site da CI. Área essencial à sobrevivência das populações locais, esta área selvagem é tida como “fundamental” na desaceleração das alterações climáticas absorvendo grandes quantidades de dióxido de carbono.

O Rapid Assessment Program tem agendadas mais três expedições ao país a partir de Abril, no sentido de prosseguir na documentação científica da Papua Nova Guiné.

Desde 1990, o programa RAP da CI realizou mais de 60 expedições pelo Mundo e descobriu mais de 700 espécies provavelmente novas para a ciência. O site Discovering Species (www.conservation.org/discoveries) foi lançado recentemente e oferece informações detalhadas, em inglês, sobre as expedições realizadas pela Conservation International.


Conservação Internacional (Brasil) http://www.conservation.org.br/

Press Release Conservation International

http://www.conservation.org/newsroom/pressreleases/Pages/species_discoveries_papua_new_guinea.aspx

Fonte da notícia: cienciahoje.pt e elmundo.es

segunda-feira, 23 de março de 2009

Não é MAGIA é CIÊNCIA

Vem descobrir "A QUIMICA" escondida nalguns pratos culinários, dia 26 de Março, pelas 14H50m, nos laboratórios de biologia e quimica. Os CIÊNCIA À LA CARTE E OS EINSTENS DE AVENTAL estão à vossa espera com EXPERIÊNCIAS FANTÁSTICAS.


SABE COMO ESTÁ A SUA SAÚDE?

Dia 26 de Março, das 9H00 às 17H30

Dirija-se ao átrio do pavilhão A e faça os testes ao colesterol, diabetes, hipertensão arterial e IMC

O SEU BEM-ESTAR ESTÁ NAS SUAS MÃOS

PROJECTO "EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE"

APOIO DO CENTRO DE SAÚDE DO ENTRONCAMENTO

"DARWIN E A EVOLUÇÃO"

O Professor Jorge Paiva, Biólogo do Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra
vem à nossa escola para nos falar de Charles Darwin no âmbito das comemorações do "Ano Darwin".

Não percas uma viagem pelo admirável mundo da Evolução.
Vem conhecer mais sobre a vida e obra de um cientista que mudou a visão científica e filosófica do Mundo.

[...] Charles Darwin, quando iniciou a longa viagem do Beagle era fixista, mas quando a findou já era “transformista”, ou seja, evolucionista, como o testemunha o diagrama (“árvore evolutiva”) que ele desenhou em 1837 (6 meses depois do regresso a Inglaterra), baseado na estrutura ramificada de uma rodófita (Amphiroa orbignyana) que colhera nas costas coralígenas da América do Sul[...] Jorge Paiva

NOITE DA ASTRONOMIA

No dia 24 de Março "VEM VIAJAR PELO UNIVERSO"
Terá lugar uma palestra proferida pelo Professor Máximo Ferreira pelas 18H00 no Anfiteatro A. A seguir uma sessão de observações nocturnas pelas 19H30 no recinto escolar.



Não Faltes! Tens telescópios à tua disposição

Semana da Escola começa hoje

Vive a Escola é o lema
A Semana da Escola está aí com imensas actividades pensadas para ti. PARTICIPA


Para mais informações procura em:
http://esec.dyndns.org/moodle/

sábado, 21 de março de 2009

A ÁRVORE, A ÁGUA E A POESIA

Dia 21 de Março Dia Mundial da Floresta e da Poesia
Dia 22 de Março Dia Mundial da Água.
Porque tem o Homem necessidade de celebrar estes dias??????????


Quando é o próprio que destrói ecossistemas inteiros; poluí a água, o solo, o ar; extingue centenas de espécies de plantas e animais;
Perdem-se anualmente em todo o mundo um total de 7,3 milhões de hectares de florestas, o que supõe uma perda diária de 20.000 hectares - superfície que equivale a toda a área metropolitana de Nova York, segundo dados de 2007.
Nos últimos anos só 57 países aumentaram a sua superfície florestal, se bem que nem sempre com as espécies mais adequadas. As florestas são fundamentais para combater o aquecimento global.
Cada um de nós tem de REFLECTIR sobre os seus comportamentos e mudá-los, a menos que queiramos destruir TODA a BELEZA que O NOSSO PLANETA ENCERRA.
Para reparar todos os problemas que criamos, precisamos de "comemorar" A NATUREZA todos os dias do ano.
“As árvores são a mais sábia forma de vida, porque muitas sobrevivem-nos. Nunca saem do lugar no seu pedaço de solo, escolhido por uma brisa ou por qualquer bicho do mato… Uma árvore tem sabedoria da paciência, de saber esperar pela ansiada notícia doutros mundos, trazida pelo vento, pelas aves e insectos. No fundo, as árvores sabem de tudo, da vida. Sem elas não sobreviveríamos, nada sobreviveria. Sem elas não existiriam palavras, nem esboços lavrados no papel. Não existiram memórias humanas gravadas de outros tempos. Não saberíamos quem fomos, nem o que somos, nem tampouco o que poderemos vir a ser.” http://arvoresvivas.wordpress.com/2008/01/25/arvores-ilustradas/
O grande pintor Piet Mondrian também prestou o seu contributo à beleza da árvore através das suas obras.

Piet Mondrian, Avond (Evening); Red Tree, 1908

Piet Mondrian, Gray Tree, 1911

imagens retiradas de gotasdagua.blogspot.com/2006_07_01_archive.html

Hoje dia da árvore e dia da poesia e porque considero que poesia tem muito a ver com a beleza duma árvore e quer uma, quer outra ,são fontes de oxigénio, uma para os pulmões,outra para a alma,e ainda porque sou natural do belo Alentejo, quero deixar aqui a minha singela homenagem a esta data num poema lindíssimo da grande poetisa Florbela Espanca.


Árvores do Alentejo

Horas mortas... Curvada aos pés do Monte
A planície é um brasido e, torturadas,
As árvores sangrentas, revoltadas,
Gritam a Deus a benção duma fonte!

E quando, manhã alta, o sol posponte
A oiro a giesta, a arder, pelas estradas,
Esfíngicas, recortam desgrenhadas
Os trágicos perfis no horizonte!

Árvores! Corações, almas que choram,
Almas iguais à minha, almas que imploram
Em vão remédio para tanta mágoa!

Árvores! Não choreis! Olhai e vede:
--- Também ando a gritar, morta de sede,
Pedindo a Deus a minha gota de água!

Florbela Espanca

sexta-feira, 20 de março de 2009

A Primavera chegou hoje...

A Primavera chegou hoje às 11:44.... mas as flores já tinham chegado antes.

imagem retirada de www.fotoplatforma.pl/pt/fotos/1088/



Flor do Alecrim - Rosmarinus officinalis - imagem retirada de
http://i142.photobucket.com/albums/r111/pvaraujo/Rosmarinus-officinalis-flores.jpg



Imagem de http://olhares.aeiou.pt/arvores_em_flor_foto162633.html

Vocês conseguem imaginar a vossa vida sem flores? Sem cores?
Eu, também não!
Olá Primavera!

Eu gosto imenso da Primavera. principalmente, porque vem depois do Inverno. e tudo floresce. É como se regressássemos à vida. e, também, porque na Primavera existe uma luz fantástica.


PRIMAVERA
Ela chega discreta
na metamorfose divina
com seus encantos, sua beleza
Seus varios perfumes,
com seu jeito peculiar.
Da vida ao seco
trazendo vigor da florada
uma eclosão de cores
num calor de amores
em uma brisa que enternece.
Crianças brincando na chuva
sobre um céu colorido
olhares sorridentes
pulsando nos movimentos
Ah, doce e bela primavera!

Poema de Patricia Tieko

quinta-feira, 19 de março de 2009

Ver o Universo mais longe e melhor

Centro Ciência Viva de Constância - Parque Temático de Astronomia - imagem retirada daqui

O maior telescópio público do País, instalado no Centro Ciência Viva de Constância - Parque de Astronomia, vai ser inaugurado sexta-feira dia 20 de Março pelo Presidente da República, quando passam cinco anos sobre a abertura do centro.

Para Máximo Ferreira, director do Centro Ciência Viva de Constância "um telescópio como este fazia falta ao País, não só para aquelas pessoas que são ou querem ser profissionais da astronomia, como para as que tem apenas curiosidade sobre esta ciência”.

“É um equipamento que, para além das dimensões, tem um sistema de controlo dos mais modernos do mundo”, explicou o docente, que exemplificou: “No caso de uma observação, se não houver condições atmosféricas muito boas, através de um programa de computador, aquela observação pode ser compensada”. Do mesmo modo, “se ocorrer algum desalinhamento, como por exemplo um sismo, o sistema electrónico do telescópio dá esse aviso”, esclareceu Máximo Ferreira.

Por outro lado, o responsável destacou a importância desta estrutura para “a sensibilização da população para as questões da ciência, que é, afinal, o objectivo do centro”.

Ver mais longe e melhor

Um dos elementos da equipa de coordenação pedagógica do Parque de Astronomia, Nuno Milagaia, acrescentou que o telescópio tem a maior abertura destes equipamentos públicos em Portugal, 51 centímetros. “Com esta maior abertura, podemos ver objectos muito mais distantes, coisas que não eram possíveis até agora poder ver”, disse, acrescentando: “Para além disso, dos outros que já víamos, a qualidade será muito melhor”, com a vantagem das imagens captadas poderem ser projectadas no momento no auditório do centro.

“Qualquer pessoa pode vir cá ao centro e fazer uma observação no telescópio”, referiu, destacando que, “para além de olharem, podem tirar uma fotografia e levar essa foto para casa”.

António Mendes, Presidente da Câmara Municipal de Constância afirmou que o telescópio “é, sem dúvida, uma excelente prenda” no quinto aniversário do centro, que coincide com o Ano Internacional da Astronomia. . Para o autarca do municipio este telescópio vai aumentar o número de visitantes no centro, na ordem dos cem mil anuais, bem como a projecção do concelho “em termos nacionais e fora do País”

Construir um edifício “multiusos” é o próximo objectivo.

Situado no Alto de Santa Bárbara, o terreno onde está o Centro Ciência Viva de Constância foi doado por um particular para acolher o Observatório Astronómico e da Natureza, o que se concretizou em 2002. Dois anos volvidos, e agora com a designação de Centro Ciência Viva, foi inaugurada a primeira fase, que contemplou, entre outros módulos, a representação de um sistema solar à escala de distâncias, um carrossel simulador da rotação e translação da terra, uma esfera armilar e um globo terrestre.

Em 2007, foi implantado um módulo que representa uma galáxia espiral, um carrossel simulador de Júpiter e outro dinâmico de Saturno, assim como um observatório solar. O próximo objectivo da autarquia passa pela criação de um edifício multiusos para responder à crescente procura.
Fonte da notícia: cienciahoje.pt

sábado, 14 de março de 2009

Aquecimento Global também faz mal ao Phytoplankton!!


O que está a acontecer ao Fitoplâncton da Antárctida??

Fitoplancton / Imagens NASA

Um novo estudo publicado ontem na Science revela que as populações de fitoplâncton da Peninsula Antárctida, diminuíram cerca de 12 por cento nos últimos 30 anos. A causa segundo os cientistas deve-se às recentes mudanças climáticas. Estas alterações podem explicar a razão do declínio de alguns pinguins e outras espécies.
O fitoplâncton inclui vários grupos de microalgas, das quais se destacam as diatomáceas, que têm a particularidade de possuir uma parede constituída por sílica, os dinoflagelados, os cocolitoforídeos, quase exclusivamente marinhos, as cianobactérias e vários grupos de fitoflagelados, tal como as clorófitas, criptofíceas entre outros (Lalli & Parsons, 1993). O desenvolvimento do fitoplâncton está dependente de numerosos parâmetros físicos, químicos e biológicos, tais como, temperatura, radiação solar, disponibilidade de nutrientes, pressão de predação. O fitoplâncton encontra-se na base da cadeia alimentar dos ecossistemas aquáticos, uma vez que serve de alimentação a organismos maiores. Está na base porque pertence ao nível trófico dos produtores.
Além disso, acredita-se que o fitoplâncton é responsável pela produção de cerca de 98% do oxigénio da atmosfera terrestre. Teoricamente, uma vez que se pensa que a vida na Terra começou no mar, o fitoplâncton terá sido o responsável pela aparição dos organismos heterotróficos, que utilizam, não só directamente o plâncton na sua alimentação, mas também o oxigénio para sua respiração.

A zona mais ocidental da península Antárctida ( parte mais a norte do continente da Antarctida) sofreu durante os últimos anos uma subida de temperatura da ordem dos 2.5 ºC - mais do que qualquer outra zona do planeta - e consequentemente uma diminuição na cobertura de gelo.

Os cientistas constataram que em simultâneo com esta alteração climática as populações de pinguins Adélia e de Krill adaptados a um clima frio e seco migraram para sul. Entretanto outras espécies de pinguins migraram para regiões do norte
Martin Montes-Hugo e seus colegas suspeitam que as migrações dos pinguins podem estar relacionadas com alterações na quantidade dos seres que constituem a base alimentar daqueles animais - O Fitoplâncton.
Os cientistas documentaram o decréscimo no fitoplâncton usando dados de campo e informação recolhida por satélite que seguia as pistas da quantidade de clorofila – um sinal da fotossíntese do fitoplâncton. – nas águas em redor da península da Antárctica. A concentração da clorofila diminuiu significativamente a norte da península e aumentou a sul. O fitoplâncton é um excelente marcador para as mudanças climáticas porque respondem rapidamente, por vezes no espaço de apenas um dia, à variação do ambiente e também porque há uma longa cadeia alimentar que depende da sua sobrevivência
Devido às alterações nos padrões da atmosfera que rodeia a península – possivelmente, devido às mudanças climáticas - há actualmente céu nublado onde antes havia sol e vice-versa, diz um dos autores do estudo Martim Montes-Hugo da Universidade de Rutgers. No sul da península, as nuvens estão a diminuir e o sol está a derreter o mar gelado, libertando mais água para o sol penetrar, afirmou Montes-Hugo. “Há mais água e por isso há mais penetração da luz, por isso o fitoplâncton está de perfeita saúde no sul”, referiu.

No norte da península há mais nuvens e o mar de gelo está ainda mais reduzido. Aqui, a mudança de padrões atmosféricos trouxe mais ventos para agitar as águas, o que leva o fitoplâncton para maiores profundidades. Nestes níveis mais profundos estes pequenos seres captam menos sol. “Isto afecta o fitoplâncton”, refere Montes-Hugo. Como as plantas, o fitoplâncton absorve o dióxido de carbono, gás responsável pelo efeito de estufa. Menos fitoplâncton significa menos dióxido de carbono absorvido. Uma diminuição de fitoplâncton na Antárctida significa menos comida para os pequenos crustáceos que, por sua vez, servem de alimento a peixes e por aí em diante na cadeia alimentar que chega até aos pinguins (Adélia) e outros animais. Mudanças na quantidade do fitoplâncton coincidem com mudanças observadas no krill - pequenos crustáceos (Euphausia superba) e nas populações de pinguins.
Aqui podes ver vídeo sobre fitoplâncton.

Fontes da notícia:

sexta-feira, 13 de março de 2009

Borboletas a voar de novo...no Lagartagis



Borboletas de volta a Lisboa


Jardim botânico reabre estufa com fauna e flora ibérica


Para comemorar a entrada da Primavera, o Lagartagis, no Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural de Lisboa, vai reabrir as portas, no sábado, dia 21 de Março, às 15h, com novas borboletas e plantas na sua estufa.

O Lagartagis constitui-se com uma espécie de refúgio ecológico que acolhe uma variedade de flora e fauna ibérica. Este biorreduto permite estudar a propagação de plantas silvestres e até se pode encontrar um lepidópteros (borboleta) mais exótico – a monarca –, que já se pode encontrar na zona algarvia.

Segundo Catarina Madruga, responsável pelo espaço, "esta é uma estufa onde a divulgação do conhecimento e a investigação surgem em paralelo". Há plantas silvestres quase desconhecidas com folhas para as lagartas, e flores e frutos para as borboletas.

Uma nova vontade de não desistir veio derrubar as barreiras impostas pelas dificuldades financeiras. Recorde-se que o centro abriu há mais de dois anos, financiado por um mecenas e que após as várias limitações acabou por fechar.

Haverá actividades para crianças
A todos os visitantes será oferecida uma pequena amostra de comida de borboletas para saborear ao longo da visita. Tendo em conta que se alimentam de pólen e frutas o lanche compõe-se de espetadas de fruta e chá adocicado com mel. Haverá ainda uma série de actividades para crianças, como pinturas faciais e em aguarela.

Com esta nova associação pretendemos aplicar ao grupo das borboletas (Insecta: Lepidoptera) as ideias fundamentais, definidas na Estratégica Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (2001):

O centro tem como objectivo primordial promover a investigação científica, o conhecimento sobre o património natural, bem como a monitorização de espécies e habitats e a valorização das áreas protegidas e desenvolver acções específicas de conservação.

Desde 2007 que estão a ser desenvolvidos esforços para intensificar a união ibérica relativa à investigação em lepidópteros.
Fonte da notícia:cienciahoje.pt

terça-feira, 10 de março de 2009

Darwin na Escola


Exposição“Eu Penso ( a história de uma ideia)" na Escola Secundária com 3º ciclo do Entroncamento do dia 9 a 20 de Março.


Está patente desde o dia 9 de Março até ao dia 20, no átrio do Pavilhão A da Escola Secundária com 3º ciclo uma exposição comemorativa do Bicentenário do Nascimento de Charles Darwin.
A exposição“Eu Penso ( a história de uma ideia), que conta com o apoio da Vodafone Portugal, consiste num conjunto de panéis que focam os momentos-chave da vida do naturalista britânico, cronologia detalhada da viagem de Darwin a bordo do HMS Beagle e finalmente a Teoria da Evolução das Espécies.
Charles Darwin foi um dos maiores vultos de todos os tempos, tendo contribuído para uma grande mudança não só do pensamento científico como também a nível das mentalidades da época. O trabalho de Darwin (1809-1882) mudou de forma permanente a relação do Homem na sociedade e com o Mundo e influenciou profundamente todos os campos da acção humana.


Para saberes mais sobre quem foi Darwin...não deixes de passar pelo pavilhão A e visitar o roteiro pedagógico.

ÓLEO NO OLEÃO ...É A SOLUÇÃO

RECOLHA E VALORIZAÇÃO DOS ÓLEOS ALIMENTARES USADOS - OAU's


O CLUBE CIÊNCIA EM MOVIMENTO está a organizar uma campanha :
"MENOS POLUIÇÂO...ÓLEO NO OLEÃO...É A SOLUÇÃO!
Esta campanha com inicio a partir de 9 de Março, pretende sensibizar a comunidade escolar para a importância da reciclagem dos óleos.

Um litro de óleo contamina cerca de um milhão de litros de água, isto é, o equivalente à quantidade de água que uma pessoa consome durante 14 anos!!!
O contacto de um óleo usado com o solo destrói a flora de uma tal forma que ela só se recompõe totalmente passados 15 anos.
O despejo de 5 litros de óleo usado sobre a água origina a formação de uma película oleosa com um diâmetro de 5 quilómetros.
Os despejos nos esgotos dificultam o funcionamento do sistema de depuração das estações de tratamento de água.

Traz para a Escola os Óleos Alimentares Usados, filtrados, numa garrafa ou garrafão bem fechado, entrega - os ao funcionário, junto ao portão de entrada.
Adere a esta campanha

O AMBIENTE AGRADECE!
Mais informação em http://esec.dyndns.org/moodle/

O PONTO ELECTRÃO CHEGA AMANHÃ

É já amanhã que a escola vai receber o ponto electrão. Os alunos e professores que tenham material adequado podem trazê-lo já amanhã. Falem com familiares e amigos e vamos lá encher isto depressa.
A nossa escola foi aceite para participar no Projecto Escola Electrão. Este projecto é "uma iniciativa inédita no País com o objectivo de formar e informar todos os alunos dos 10 aos 18 anos sobre a gestão de Resíduos e Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE), premiando ainda as escolas com melhor desempenho ambiental."Vão participar 382 escolas, o que corresponde a mais de 262 mil alunos envolvidos.

Os objectivos principais do projecto Escola Electrão são: "Sensibilizar os alunos do Ensino Básico (2º e 3º ciclos) e Ensino Secundário para a importância do tratamento adequado dos REEE, proporcionando aos professores informação actualizada sobre este fluxo de resíduos.
"Esta iniciativa inclui também uma acção de recolha de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos nas escolas que se destina a premiar as escolas que depositarem a maior quantidade destes equipamentos em fim de vida, avaliada em quilograma. Para tal, serão colocados Pontos Electrão nas escolas participantes.
Para a "nossa" Escola as datas serão as seguintes:
Data de entrega do Ponto Electrão: 11 de Março de 2009
Data de recolha do Ponto Electrão: 18 de Março de 2009

Já sabes, fala com os teus familiares e amigos. Em vez de colocarem material avariado no lixo, traz para o Ponto Electrão da escola.

Quais os REEE que podem ser depositados?

Todos os REEE podem ser depositados no Ponto Electrão excepto as lâmpadas e os de grande dimensão que não possam ser introduzidos na abertura (55cm x 55cm). Os REEE de grande dimensão (ex.: frigoríficos, máquinas de lavar, etc.) também podem ser entregues através de uma recolha especial do operador logístico que estiver afecto à escola participante.
As lâmpadas pertencentes à Categoria 5 (Equipamentos de Iluminação) podem ser depositadas desde que inteiras, em caixas de cartão que serão disponibilizadas às escolas em simultâneo com o Ponto Electrão e que deverão ser acondicionadas em local seco. Alertamos que nesta categoria não estão incluídas as lâmpadas incandescentes, de halogéneo, leds e infra-vermelhos.

Se estás interessado em passatempos e jogos que se renovam regularmente, prémios bastante atractivos e diversos conteúdos didácticos, visita o Clube Electrão.

Ajuda a divulgar esta campanha e contribui com o máximo que puderes.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Nascimento de cegonha branca online



O jornal Público, juntamente com a Fundação para a Computação Científica Nacional e a Redes Energéticas Nacionais, lançaram um projecto de acompanhamento de um ninho de cegonha (Ciconia ciconia):http://static.publico.clix.pt/cegonhasnaweb/Notícia: Há uma família de cegonhas 24 horas por dia na Internet


A partir de hoje, o ninho de uma cegonha-branca está a ser filmado em directo no “Webcegonhas - Condoninho da Renata”, o novo site associado ao PÚBLICO Online. Enquanto a cria não nascer, quem visitar o espaço vai ver o dia-a-dia dos pais da cegonha, Bia e Sebastião, que estão instalados em um dos muitos postes de alta tensão que povoam a lezíria, perto de Vila Franca de Xira, no Ribatejo.

Segundo os biólogos Teresa Marques e João Pulga, da empresa de consultoria Bio3, responsáveis pela componente científica do projecto, o sucesso desta história depende de bom tempo e da disponibilidade da alimentação. Em média uma cegonha-branca, Ciconia ciconia, põe cinco ovos, se sobreviverem três crias é um bom ano, mas há casos que nenhuma cria sobrevive...

Chegar com este projecto às escolas é um dos maiores objectivos da FCCN e da REN. “O acompanhamento da vida de um casal de cegonhas e crias vai promover o desenvolvimento científico nos nossos jovens”, explicou o presidente da FCCN. Semanalmente espera reunir-se os momentos fortes dos últimos dias, o que permite acompanhar melhor a vida da família: o acasalamento, os ovos, o nascimento das crias, a alimentação, o primeiro voo. O site também vai disponibilizar conteúdo científico para contextualizar os vídeos. “As pessoas gostam de documentários da natureza e o que se passa longe de nós, aqui vêem mesmo que a vida natural está a acontecer bem perto”, explicou Teresa Marques. Não é garantido mas, no final do Verão, o mais certo é o casal e as crias – a Renata incluída – migrarem para passar o nosso Inverno em África. Até lá a janela, na web está sempre aberta, dia e noite, com mil olhos para as cegonhas - http://www.publico.pt/cegonhasnaweb. Se te interessas por vida animal e cegonhas em particular não deixes de visitar o site.


Fonte: Público.PT

sexta-feira, 6 de março de 2009

Natureza Curiosa - Um peixe muito, muito estranho!

E quando pensamos que já vimos tudo... a natureza continua a surpreender! Um peixe com uma cabeça transparente e olhos tubulares pertencente à família Opisthoproctidae. (Ver artigo sobre esta descoberta aqui.)


Os cientistas do Instituto de Investigação do Aquário da Baía de Monterey (Califórnia, EUA) conseguiram resolver um mistério já com meio século: o do Macropinna microstoma, um peixe de olhos tubulares localizados dentro de uma cabeça transparente, que vive em zonas profundas. O peixe foi descrito pela primeira vez em 1939. Sabia-se que os seus olhos eram eficazes a captar luz, mas pensava-se que estavam fixos, o que lhe permitiria apenas ter uma visão tubular, dirigida para cima. Vê a galeria de imagens. Os cientistas Bruce Robison e Kim Reisenbichler anunciaram a 23 de Fevereiro a descoberta, a partir de imagens recolhidas por um robot submarino operado remotamente: estes olhos conseguem rodar dentro de um escudo transparente cheio de fluido que cobre a cabeça do peixe, fazendo-a parecer o cockpit iluminado de um avião. Assim, o peixe pode olhar para cima, procurando presas, mas também em frente, para ver aquilo que está a comer. As saliências por cima na boca são órgãos olfactivos, semelhantes às narinas humanas. Esta espécie é um dos exemplos da forma extraordinária como os peixes das profundezas se adaptam à escuridão do seu ambiente. Tal como outros, usam os olhos tubulares para detectar as silhuetas difusas das presas que lhes passam por cima. Apesar da sua capacidade de captar luz, têm um campo de visão estreito. Se os peixes vissem apenas para cima, com as suas bocas pequenas e pontiagudas seria difícil capturarem as presas. Os espécimes que tinham chegado à superfície até agora tinham a delicada estrutura protectora da cabeça destruída, pelo que as imagens que se tinha até ao momento não permitiam vê-la nem perceber o seu modo de funcionamento. O Macropinna microstoma vive a profundidades de 600 a 800 metros. Consegue manter-se praticamente imóvel na água, e movimenta-se de forma muito precisa. Alimenta-se de vários animais pequenos, mas também de alforrecas. Os cientistas pensam que, ao detectar a bioluminescência destas presas acima da sua cabeça, o peixe se move na vertical para depois as capturar.Vê o vídeo do Macropinna microstoma narrado por Bruce Robison (legendado em português).
Site original da notícia:
Galeria de Imagens em:
Video retirado de: